Iniciamos nossa conversa de hoje com um tema que toca cada um de uma maneira particular, uma questão que surge aos nossos olhos ao que vivenciamos nas ruas mas, em alguns casos, a presente reflexão surge daquele "medo interior". Qual o seu caso?
"Entre ter ou não ter um filho biologicamente não muda muita coisa, mas adotar e dar a essa pessoa a chance de ter uma família aí sim isso faz muita diferença "
Debater o tema adoção de crianças ou de adolescentes muitas vezes é carregado de crítica a morosidade da Justiça brasileira, a desumanidade social e, por outra, um desejo de fazer "o bem ao próximo". Mas, tomar decisão por adotar uma criança é necessário reflexão, conhecimento (de si e da questão legal) e a certeza que não é só a vida daquele (a) jovem que vai mudar e sim, principalmente, a sua por indefinidos anos. Você está preparada (o)?
Inegável que oportunizar uma criança ou adolescente com um novo lar, ter uma "nova história" é especial.Também, é valiosa a oportunidade de nos próximos cinquenta anos termos como retorno muito carinho, respeito e um eterno agradecimento.
Você nem imagina mas, ser adotado é a maior oportunidade que uma criança poderá ter ao que terá condições de assimilar valores que "possivelmente" ela não teria tido momento de vivenciar.
Ser adotado (no sentir de uma criança) não é pelo prato de comida, uma roupa nova ou brinquedo e cama quentinha. Ser adotado (para uma criança) é receber todos os dias um abraço verdadeiro, ser sentida enquanto filho (a), é poder chorar no colo dos pais, é poder sorrir e fazer coisas simples.
Ser adotado (lente de uma criança) é olhar lá na frente e ter seus pais com 97 anos e você agora sentir que é sua vez de "adota-los" retribuindo muito amor, presença e um eterno agradecimento.
Assim, se você já pensou em adotar uma criança ou adolescente tente lembrar que você precisa estar pronto.
Leia mais sobre a questão, pesquise, converse com várias pessoas que já adotaram ou foram adotadas e procure ter uma visão mais ampla. Mas, não demore muito não! Afinal, eu imagino que existe aqui no Brasil e até pertinho da tua casa alguém que poderá muito agradecer por você de alguma forma "dar uma vida nova" aquele (a) que pouco espera da nossa sociedade.
Leia as matérias selecionadas abaixo, assista os vídeos postos aqui e converse consigo também sobre a questão.
"A Embaixada do Haiti em Brasília recebeu centenas de pedidos de brasileiros interessados em adotar crianças haitianas desde o registro do terremoto no país. Mas, para que o processo seja iniciado é preciso uma negociação com o governo do Brasil. A informação é da adida cultural da embaixada, Norma Cooper."
(Jornal Correio Braziliense - 20/11/2010
Outra inovação é a previsão legal do apadrinhamento, por parte de pessoas maiores de idade não inscritas em cadastro de adoção e empresas, de crianças e adolescentes acolhidas em abrigos, orfanatos ou famílias.
(Jornal Correio Braziliense - 15/10/2017
"De acordo com a VIJ, das 587 famílias cadastradas para adoção na capital, nenhuma demonstrou desejo de adotar os meninos e meninas com problemas graves de saúde. A ação também visa auxiliar a adoção de crianças mais velhas, adolescentes e grupos de irmãos."
(Jornal Correio Braziliense - 17/11/2021)
"Atualmente tenho 17 anos, e um dos meus maiores sonhos é adotar uma menina. Sei que não é fácil: minha irmã riu e debochou da minha cara, minha mãe disse que eu não cuido nem de mim mesmo… Mas ninguém faz eu desistir do meu sonho! Quando eu o realizar, volto aqui pra contar a notícia"
Na semana de Novembro em que comemoramos a data Proclamação da República e a mídia traz nomes de figuras de representação na nossa História nacional, aqui a partir da nossa leitura, desejo que conheça um pouco como se apresentava Pernambuco nos primeiros anos da República (1889 -1930).
Mas, você já parou para pesquisar o nome da sua rua e a quem deve homenagem? Há logradouros que são batizados homenageando ex. presidentes, governadores, ministros, deputados, engenheiros, Barão, Marquês e tantos outras figuras.
"Talvez, ao ler nossa matéria de hoje você comece a observar um pouco mais que não transita "simplesmente" pela Avenida Conselheiro, Rosa e Silva; Avenida Agamenon Magalhães; que faz uma breve para para descansar na Praça do Derby e não "Delmiro Gouveia".
Há também localidades que fazem memória a pessoas "comuns" mas que fizeram expressiva diferença na comunidade seja por iniciar uma ocupação ou mesmo por defender interesses daquela coletividade sem a devida representação política ou voz nas ruas.
E aí, qual o nome da rua que você reside e qual a história do (a) homenageado (a)?
Talvez, ao ler nossa matéria de hoje você comece a observar um pouco mais que não transita "simplesmente" pela Avenida Conselheiro, Rosa e Silva; Avenida Agamenon Magalhães; que faz uma breve parada para descansar na Praça do Derby e não "Delmiro Gouveia". Ou talvez agora se questione: Por qual motivo uma rua tão curtinha foi batizada de Joaquim Nabuco mas, por outro lado, a tradicional Avenida Norte teve acrescido (pouco percebida) o nome Miguel Arraes de Alencar.
Mas, por fim, a leitura da nossa matéria faça você se perguntar: existiram tão poucas "Marias, José, Pedro, Joaquim, dona Tonha" que mereceriam uma homenagem nesse porte? Mas, talvez você mesmo responda que temos um parque na zona Sul que acaba por homenagear todas as mulheres "invisíveis" que passaram por aqui. Será?
Na verdade, lembro quando ainda jovem era muito comum comprar jornais para colecionar fascículos especiais resgatando a historiografia das gestões dos governadores, publicações que eu consumia em leitura e guardava seja para comparar as realizações ou mesmo para compreender a transição entre um governo que saia e o que entrava. Essa curiosidade cresceu quando certo dia conheci a neta de um ex. governador de Pernambuco (Dr. José Rufino Cavalcanti Neto) e percebi a relação história do cotidiano e o poder político-social.
Pois bem, hoje praticamente essas publicações não existem mais, vez por outra o que temos ainda são os velhos álbum de figurinhas, costume que por sinal poucos jovens ainda cultivam, seja em decorrência do poder aquisitivo (consciência do custo e benefício) ou mesmo por vivenciarmos uma sociedade onde o postar, curtir e compartilhar no esfera virtual é muito mais frenético do que colar figurinhas e buscar novos envelopes na banca de revista (que quase não encontramos como antes). No caso dos fascículos, por quais motivos os jornais não mais publicam os encartes retratando as realizações dos gestores que ocuparam o posto no executivo (estadual ou municipal)? Será que o leitor não tem mais interesse? O custo não cobre o benefício de bem informar a população?
As informações que presentes abaixo foram publicada no Encarte especial do Jornal do Commercio (05/10/1998) - "Nossos Governadores" um dos últimos materiais históricos publicados no Estado que buscava resgatar a história das administrações do Executivo estadual durante o período republicano.
"Alexandre José Barbosa Lima (20/04/1892 a 07/04/1896) - Consolidando a oligarquia."
(Jornal do Commercio. "Nossos Governadores")
Ao levantarmos a história de cada gestão perceberemos que alguns pensavam o cargo ocupado como parte de seu patrimônio, outros ocuparam o espaço apenas para atender interesses de grupos políticos e, por sua vez, durante as duas ditaduras (1937/1945; 1964/1985) que vivenciamos os gestores ora atenderam aos interesses do governo central ou por outra acabaram por entrar em rota de colisão e assim acabou por ser deposto.
Na verdade, o Estado de Pernambuco vivenciou dias tumultuados no período do Governo Provisório, primeira etapa da República. O Barão de Lucena governou apenas dois meses e saiu para assumir o ministério de Floriano, mas foi ele quem deu grande impulso à agroindústria açucareira. Seu vice, Correia da Silva, continuou os esforços de modernização, ao longo dos doze meses do seu governo. Seus substitutos passaram com relâmpagos pelo governo: José Maria de Albuquerque Melo, apenas três dias, e Barão de Contenda, 15 dias. Ele foi deposto por um golpe, após dissolver o legislativo e os Conselhos municipais.
"A Escola Técnica de Engenharia, na atual rua do Hospício, que mais tarde formaria grandes engenheiros, técnicos e professores de renome nacional e internacional com Mário Schemberg, Leite Lopes e Newton Maia, foi organizada e fundada em 1895, já no último ano de sua administração."
Posteriormente viria assumir o cargo o governador Alexandre José Barbosa Lima, na verdade, um delegado do presidente Floriano Peixoto, que praticamente o impôs juntos aos políticos pernambucanos. Barbosa foi eleito em abril de 1892. Homem autoritário, mas dinâmico, consolidou através de medidas administrativas e mantendo o apoio ao setor açucareiro, a oligarquia chefiada pelo Conselheiro Rosa e Silva. De fato, Rosa e Silva dominou Pernambuco por 15 anos, de 1896 a 1911.
Uma análise mais ampla indica que Barbosa Lima, apesar do tumulto da época e do seu autoritarismo, tinha preocupações com o progresso e desenvolvimento de Pernambuco. No seu governo a indústria, que dava os primeiros passos, foi incentivada e a preparação técnica também. A Escola Técnica de Engenharia, na atual rua do Hospício, que mais tarde formaria grandes engenheiros, técnicos e professores de renome nacional e internacional com Mário Schemberg, Leite Lopes e Newton Maia, foi organizada e fundada em 1895, já no último ano de sua administração.
1- Analfabetismo: problemas de letramento e escrita de crianças;
2- Mudanças climáticas: o impacto da emissão de poluentes;
3- Cidadania e o crescimento das pessoas em situação de rua no Brasil;
4- Direito dos animais;
5- O uso de tecnologias de informação na Educação;
Combate à fome;
6- Desaparecimentos forçados no contexto de violência.
Cícero Souza Professor - ETEC/ Ginásio Pernambucano Mestre Ciências da Educação - Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia / Portugal Doutorando Ciências da Educação - Universidade Nacional de Rosario - Argentina Doutorando Ciências da Educação - Universidad del Desarrollo Sustentable / Paraguai
"Eu vou trocar meu celular num Nokia tijolão, que só manda mensagem e faz ligação. Essa internet virou arma na sua mão."
(Jorge & Mateus - Tijolão)
A bastante tempo o cotidiano escolar vem sendo afetado em decorrência do conflito existente entre uso de aparelhos celulares. Nesta questão especialistas (no campo da Pedagogia) destacam a incapacidade da escola de não integrar a ferramenta que esta nas mãos dos jovens ao conteúdo e didática do professor. Por outro lado, docentes apontam a dificuldade de "prender" ou mesmo "desviar" atenção do aluno para o pedagógico e a interação social no ambiente quando aos jovens o mundo dos jogos e plataformas digitais são mais chamativas. Ainda nesse caminho, pais muitas das vezes comparecem a escola buscando tentar entender o baixo rendimento do seu filho ou mesmo que queixar-se da quase completa incapacidade de ter "controle" sobre o comportamento agressivo dos filhos, apatia e uso demasiado de aparelhos celulares.
Mas, o que está ocorrendo? Celular faz mal? Mas, como trabalhar junto aos nossos filhos para questão tão importante?
Na verdade, pais e filhos praticamente não conversam mais, ou melhor, "conversam via aplicativos até mesmo quando estão dentro de casa. Muitas vezes a "parceria" e o diálogo durante o almoço tem o celular como principal intermediário.
Jovens vão a shows e passam mais tempo registrando gravação do evento do que aproveitando o momento. Já nos encontros registram mais respostas monosilábicas, pouca argumentação e limitados olhares.
E na escola? O recreio já não é mais tão interativo. Também, durante resolução de exames fica visível a limitação vocabulário quando assim perdem questões relativamente básicas por não ter um repertório mais ampliado a partir de mais leituras e, em alguns casos, aceleraram resolução de exames visando logo ter acesso ao aparelho celular temporariamente recolhido.
O que está ocorrendo com nossos jovens e também adultos?
Será difícil imaginar o que deverão enfrentar no curso de sua vida acadêmica e profissional? O social desses "quase adultos" já está bem visível: ausência de foco; resistência a críticas; agressividade e falta de maturidade.
Afinal, nossos jovens estão chegando a situação em decorrência apenas de suas decisões ou temos contribuição enquanto pais negligentes ao não termos controle da situação? Estudos já ocorrem e comprovam diariamente os impactos quanto ao uso exagerado do celular (principalmente atingindo crianças entre 2 a 10 anos).
"Porém, o uso exagerado, principalmente das redes sociais, pode gerar um quadro de vício, que se caracteriza pela angústia e pelo desconforto gerados pela falta de acesso à comunicação via internet."
"Pode atrapalhar o desempenho social, educacional, profissional, convívio com família e amigos, além de interferir cognitivamente."
"A ansiedade e a agonia provocadas por estar separado de dispositivos com acesso a redes sociais, ou apenas de imaginar esse cenário, são os principais indicativos da nomofobia."
( Fragmento da matéria do Jornal Correio Braziliense)
"A dependência do celular vai alterar o nosso comportamento e vai alterar a forma como nosso cérebro funciona, muito parecido com os outros vícios."
Os trechos acima apresentam as problemáticas quanto ao uso exagerado de aparelhos celulares nos mais diversos ambientes ( em casa, na escola, no trabalho ou mesmo nas atividades recreativas) e cabe tomarmos a melhor decisão. Pare e avalie qual a sua situação. Pare e converse com seu filho (a) e pergunte para ela (e) como trabalhar essa situação.
Se você acha "bonitinho" uma criança de dois anos passar horas "distraída" e quietinha você está negligenciando para um mal que breve afetará o futuro psicológico das (os) pequenos (as)!
"A tentativa de criar relacionamentos, sem ser no digital, e investir nos ciclos sociais, em que o indivíduo se sinta bem e seguro, é importante no processo de melhora."
( Fragmento da matéria do Jornal Correio Braziliense)
Para ler:
1- Nomofobia: uso exagerado das redes sociais pode gerar quadro de vício
"A Polícia Militar do estado informou que o casal mora com a neta, de 11 anos. Durante o dia, a criança teria tido uma discussão com os avós e colocado fogo em um sofá do apartamento. As informações são do portal de notícias G1."
(Correio Braziliense)
Além de afeto precisamos definir limites!
Vamos olhar em nosso cotidiano e analisar como anda o comportamento das pessoas próximas? Como estas pessoas lidam com a crítica e exercem uma relação de respeito após pequenos desentendimentos? Mas, principalmente é importante pensarmos que geração estamos formando.
"Precisamos definitivamente trabalhar vários pontos mas, se faz necessário trabalhar a situação de "limite" e de escuta do "não."
Diariamente tem sido notícias na mídia caso de jovens que reagem de forma violenta no ambiente escolar diante professores, coordenação e principalmente colegas de classe quando sente-se repreendidos ou não atendidos em desejos postos. Mas o que está ocorrendo?
Precisamos definitivamente trabalhar vários pontos mas, se faz necessário trabalhar a situação de "limites" e de escuta do "não". Ouvindo diariamente jovens, tenho percebido o excesso de permissividade a que estão sujeitos. Pais, com "receio" de frustração ou mesmo de "culpa" estão oferecendo quase tudo enquanto materializado mas, está faltando afeto e muito pulso.
Jovens estão acordando no horário que desejam, vão a escola no tempo que acreditam ser possível e se contentam voltar com o "básico" ao que desejam e ao que seus pais vão cobrar; aprovação no ano letivo. Triste perceber o quanto se perde!
"É no espaço escolar que desejam jogar (o que muitas vezes já iniciaram madrugada), desejam dormir e muitas vezes "impor" seu ponto de vista sem qualquer avaliação de coerência ou não."
Falamos muito mas, pouco estamos fazendo. Afinal, o que podemos e devemos ainda fazer? Não digo apenas a escola ou o conjunto da sociedade mas, também a família. Costumo analisar junto aos nossos alunos o quanto eles estão (muitas vezes inconsciente) "transformando" o espaço escolar em sua casa; e por outra, tentando "tornar" a sua casa em "escola". Tudo isso na forma como se comportam, tratam os colegas, "dialogam" com professores (observemos os maus exemplos).
No ambiente escolar é muito raro ouvirmos a expressão "por favor"; alguém pedir desculpas e principalmente saber ouvir um não. É no espaço escolar que desejam jogar (o que muitas vezes já iniciaram durante a madrugada), desejam dormir e muitas vezes "impor" seu ponto de vista sem qualquer avaliação de coerência ou não. É no espaço escolar que desejam muitas vezes negar o papel da escola que é socializar saberes, respeitar visões de mundo, desenvolver e compartilhar respeito a pessoa e ao coletivo. Mas como? Exemplos postos nas redes sociais e também no próprio ambiente familiar exemplificam quão distante estão a escola e a família desse jovem.
Pais estão muitas vezes passando para a escola o papel de educar seus filhos mas que não o "frustem", não contrarie seus desejos e que ao final ele tenha a promoção de nível escolar necessário. Quase que diariamente tem ouvido de pais que "não sabem o que fazer" uma vez que seus filhos não obedecem mais suas ordens! E a quem caberá essa postura?
"Pais estão muitas vezes passando para a escola o papel de educar seus filhos mas que não o "frustem", não contrarie seus desejos e que ao final ele tenha a promoção de nível escolar necessário."
Sem dúvida que temos jovens maravilhosos no ambiente social, que formamos filhos maduros e que são destaques no espaço escolar e social. Mas, quanto a milhares de jovens que vão à contra-mão de todo um preceito de civilidade e respeito ao próximo? Serão futuras ameaças a existência social de nossos filhos nas ruas, no espaço de trabalho em em suas próprias casas? São tantas as perguntas aqui lançadas que ficamos atordoados!
Filhos que matam os pais; netos que tentam matar avós e pais que agridem professores em nome que "protegem seus filhos". A que ponto vamos chegar?
Podemos muitas vezes cobrar políticas educativas, de Saúde, Segurança e Social por parte dos Poderes públicos. Podemos cobrar muitas vezes uma legislação mais severa (como se já não existisse) mas, é no espaço familiar que também precismos ter muita atenção.
Afinal, o que falta hoje quando analisamos as relações interpessoais e, em especial, quando a questão é focada nesta geração jovem? Será que é uma questão apenas de "construir" limites?
Reflita e diga aqui sua opinião.
"Avô da criança de 11 anos disse à PM que ela trancou o apartamento e foi brincar fora do prédio depois de colocar fogo no imóvel. Caso ocorreu em Patos de Minas e avós pularam do quarto andar para se salvarem."
"Aos policiais, a criança confirmou que colocou fogo no sofá, trancou o apartamento e desceu para andar de patins. Ela não foi levada à delegacia por ser menor de idade e ficou sob os cuidados da mãe."
(Portal Globo /G1)
Para ler:
Casal de idosos pula de prédio para fugir de incêndios causado por neta.
Buenos dias a los amigos e amigas que hacen la lectura dominical de nuestro blog. Sin embargo, és importante empezarmos el dia y así ampliar nuestro conocimiento sobre temas que muchas vezes poco ha despertado nuestra atención.
Reconocer el valor de los profisionales de la educación pero, especialmente la importancia del maestro en la formación es sumamente necesario. Pero, también tendrá cada uno de nosotros reflexionarmos cuanto las consecuencias por lo fato de cómo la sociedad y la gestión publica perciben a estos profionales y lo cuanto todo el conjunto social pierde a cada año cuando un reducido numero de jóvenes demonstran interese en la maestria. Entonces, cómo será un mundo sin maestro?
Feliz Dia del Maestro, una semana tranquila y una buena lectura de artículo!
"El aprendizaje y el conocimiento son caracteristicas presentes en todos la etapas evolutivas de la humanidad. En el pensamiento utopico, sin maestro, quizás no existise la humanidad."
"Los Maestros están presentes en todas las profesiones. Por eso la sociedad es unánime en reconocer la importancia de los educadores. Sería sin: Juez, Abogado, Psicólogo, Economista, Contador, Periodista, Dentista, Médico, Arquitecto, Fisioterapeuta, Ingeniero, Conductor, Hombre de negocios, Oficial de policía, Político, Nutricionista, Logopeda, Escritor, Mecánico, Farmacéutico, Banquero, Químico, Programador informático, Físico, Biólogo, Geólogo, Publicista, Bombero, Enfermero, Veterinario, Científico, Historiador, Sacerdote, Electricista, Atleta, Albañil, Diseñador, Agrónomo, Biomédico, Antropólogo, Meteorólogo.... ¡Maestro!"
“Según datos del Ministerio de Educación (MEC), sólo el 2% de los bachilleres eligen ser docentes.”
(Jornal A Hora - 09/06/2018)
"Y el alumno no salió a estudiar porque sabía que el maestro tampoco estaba. Y el maestro no salió a enseñar porque sabía que no tenía nada más que enseñar".
Mestre Ciências da Educação - Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia / Portugal
Doutorando Ciências da Educação - Universidade Nacional de Rosario - Argentina Doutorando Ciências da Educação - Universidad del Desarrollo Sustentable / Paraguai