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domingo, 18 de agosto de 2013

Na contramão de um País.





"Instituído em 1967 e formado por  10 "notáveis" indicados pelo governador do Estado, o CEC resiste a qualquer discussão  pública sobre sua reformulação. A sua relação com os gestores culturais do Estado tem sido marcado por atritos desde a gestão Jarbas Vasconcelos. Durante a passagem de Luciana Azevedo pela Fundarpe, a animosidade atingiu níveis críticos com ataques pessoais na imprensa entre a gestora e o presidente do Conselho, o poeta Marcus Accioly, que é primo do governador Eduardo Campos".

"Cada integrante do Conselho de Cultura recebe R$ 440,70 por reunião. Como o calendário mensal prevê oito sessões plenárias e até quatro sessões de Câmara o valor pode chegar a R$ 5.288.40 para o conselheiro que comparece a todas as seções".

Fonte: Matéria do JC -18/08/2013.








Dentro de mim.

Dentro de Mim

há um manancial
de recordações contidas
de fatos e fotos
de letras de músicas
de jogos de cartas 
de caras e bocas

um mar de lembranças
de sonhos secretos
de lentos gestos contidos
na teia da vida
que abre e fecha feridas
e que fala até quando cala

uma memória fantástica
reminiscências passadas
trazendo o cheiro, o sabor
da fruta madura
do beijo molhado
do céu, do ocaso
do medo do amor.

um amor que ora nego
um amor que ora persigo
afinal, é dentro de mim
que sonhos viram realidades,
desejos faz-se presente  e
o verdadeiro prazer é saciado.


Cíntia Alcântara

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Vivenciando Turismo - Nossos casarões x verticalização.



Pernambuco, "a Veneza brasileira" é um patrimônio aberto  para o mundo, contando  com centenas de atrativos turísticos, cheio de paisagens naturais e de uma grande riqueza histórico-cultural. Observamos e falamos tanto de cenários como Boa Viagem e Porto de Galinhas; belas igrejas; o Instituto Brennand; Fortes que nos cercam, e acabamos esquecendo de uma riqueza tão próxima e um tanto ameaçada pela dita verticalização e novo padrão de arquitetura; estou aqui alertando para contemplarmos um pouco  os antigos Casarões.Poucos por sinal, que ainda encontramos em alguns bairros da Cidade, atrativos  que deveriam preservar para valorização do nosso espaço urbano e também apresentarmos aos turistas, aos moradores apressados que passam sem ao menos conhecerem um pouco do valor histórico e sociocultural. Quem não gostaria de visitar um casarão em que há grandes curiosidades e que residiu um ilustres  da nossa historiografia ou até mesmo anônimos mas que deixaram suas raízes fincadas nos quatro cantos das velhas residências? Casarões existentes na Rosa e Silva, Rui Barbosa, no Recife Antigo e em Olinda, que poderiam ser melhor utilizados, afinal, são nesses lugares onde podemos encontrar um pouco da história de nosso povo. Para isso, sociedade civil, setores de preservação, gestores, Academia e profissionais da área  devem enxergar além de sol, mar e Igrejas, necessitam sim,  buscar nossas histórias, nossas raízes e olhar para o passado fruto de um valor que não fica restrito ao aspecto econômico e sim, o aspecto memória que constrói valores, marca identidade de uma cidade que é feita acima de tudo de gente genuinamente pernambucana.

Autores: César Lui / Léah Silva / Cícero Souza.


















(IMAGENS COPIADAS - Blenda Souto Maior )DP- 02/12/2012 - Vida Urbana / C4