João Goulart
Vice de Jânio Quadros, João Goulart foi impedido por ministros militares de tomar posse após a renúncia do presidente, em 1961. Assumiu o cargo em regime parlamentarista. No campo econômico, seu governo foi marcado por um projeto anti-inflacionário e desenvolvimentista, o Plano Trienal. No campo político, por uma aproximação com a esquerda. Em março de 1964, foi deposto por militares. Morreu 12 anos depois, no exílio, na Argentina. Em 2013, o corpo de Jango foi exumado para verificar as causas da morte. A família e o governo federal suspeitam que ele tenha sido envenenado por forças ligadas ao regime militar.
17.fev.1964
A Folha publica que o presidente João Goulart aassinou decreto criando o consulado em Assunção. O Brasil havia acabado de iniciar entendimentos com o Paraguai para o aproveitamento hidrelétrico de Sete Quedas –o projeto resultaria na usina de Itaipu, inaugurada em 1984.
18.fev.1964
O embaixador dos EUA no Brasil, Lincoln Gordon, declara que a regulamentação de remessa de lucros atingirá centenas de firmas norte-americanas.
19.fev.1964
Em pronunciamento à nação no programa “A Voz do Brasil”, da Agência Nacional, o presidente João Goulart nuncia que está em fase final a negociação para reescalonar a dívida brasileira. Afirma também que a Sumoc (Superintendência da Moeda e do Crédito) havia adotado a primeira de uma série de medidas para sanear as finanças internas e assegurar o desenvolvimento.
20.fev.1964
Em nota à imprensa, o embaixador Lincoln Gordoncomenta o pronunciamento de João Goulart. Diz que “o governo dos EUA é favorável à iniciativa brasileira de realizar negociações multilaterais com credores sobre questões de dívidas externas e se acha pronto a colaborar”.
O presidente João Goulart participa, na Vila Militar, da cerimônia em memória dos soldados brasileiros mortos na 2ª Guerra Mundial. Em seu discurso, Jango participa, na Vila Militar, da cerimônia em memória dos soldados brasileiros mortos na 2ª Guerra Mundial. Afirma que “o Exército tem a tradição de ter estado em toda a sua vida e em toda a sua história ao lado dos sentimentos legítimos e das aspirações mais sentidas do seu país e do povo brasileiro”.
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