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domingo, 3 de março de 2024

Síndrome de Burnout: saiba como identificar sintomas e buscar ajuda






O que é a Síndrome de Burnout?


Fonte: Google imagem

Eu estava fraca demais até para respirar”, conta. “Fui até a minha coordenadora, expliquei a situação, e disse que não estava em condições para dar aula. Ela me respondeu com um comentário irônico, perguntando se estava grávida. Eu me senti desrespeitada e não pude sair da escola”, relembra." 

(Jornal Correio Braziliense - 27/08/2023)

Bom dia!  

     iniciamos o dia de hoje trazendo uma reflexão para questão que atinge milhares de pessoas (no campo de trabalho, na escola ou mesmo em casa) e de alguma forma milhares de famílias. Que tal ler está matéria, compartilhar e também evitar "ser testemunha, vítima ou cúmplice" desse mal? 

    Assim, leia os fragmentos abaixo, acesse o link https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/trabalho-e-formacao/2023/08/5115841-sindrome-de-burnout-epidemia-silenciosa.html (Síndrome de Burnout: saiba como identificar sintomas e buscar ajuda publicada no Jornal Correio Braziliense e leia a matéria completa. 

Boa leitura!

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    "A Síndrome de Burnout foi incorporada à lista das doenças ocupacionais reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde, e é caracterizada pelo esgotamento por excesso de trabalho. Levantamento internacional mostra que ela afeta cerca de 64,3 milhões de brasileiros. Especialistas explicam os direitos dos profissionais e como se proteger do desgaste que pode levar a quadros de ansiedade e de depressão."                                                            (crédito: Maurenilson Freire - Jornal Correio Braziliense)

       Em um tempo marcado pelo ritmo frenético, conectividade constante e pressões crescentes, o esgotamento profissional, também chamado de “burnout”, tem se tornado uma epidemia silenciosa. Exaustão extrema, estresse, esgotamento físico, despersonalização, gastrite e enxaqueca são apenas alguns dos muitos sintomas da Síndrome de Burnout

“O empregador pode ser responsabilizado por danos morais e materiais se for comprovado que sua negligência contribuiu para o burnout do empregado"

    Também conhecida por Síndrome do Esgotamento Profissional, foi incorporada à lista das doenças ocupacionais reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em janeiro de 2022 e, em maio de 2023, um levantamento realizado pela International Stress Management Association (Isma) revelou que a doença afeta cerca de 64,3 milhões de brasileiros, elevando o Brasil ao 2º lugar em número de casos diagnosticados. 

    Causada justamente pelo excesso de trabalho, a Síndrome de Burnout não é simplesmente cansaço após um longo dia ou semana, é um fenômeno complexo e profundo que atinge profissionais de todas as idades, setores e níveis hierárquicos. Juliana Gebrim, psicóloga e neuropsicóloga, destaca que o burnout exige abordagem mais abrangente, pois envolve uma perda de conexão com o trabalho. “O burnout vai além da fadiga comum. Ele causa uma sensação de desesperança geral, que afeta motivação, engajamento e satisfação no trabalho”, explica.

“Senti meu olho arder, fui dormir e, no outro dia, notei a paralisia do lado esquerdo”, diz. Depois de procurar atendimento médico, recebeu atestado de 10 dias, e relata ter se deparado com um ambiente de trabalho ainda mais hostil ao voltar."

    Juliana alerta para a responsabilidade da empresa em minimizar o risco e os efeitos do burnout. “A empresa deve criar um ambiente de trabalho que valorize o bem-estar dos funcionários e avaliar regularmente a carga de trabalho deles, garantindo que esteja equilibrada e realista, e fornecer suporte adicional quando necessário”, explica.

    Essa não foi a realidade do diretor audiovisual e produtor de vídeo Kalleu Chaves. Aos 33 anos, ele teve metade do rosto paralisado devido ao estresse do trabalho na área de marketing de uma empresa. “Eu fazia o trabalho de umas 10 pessoas e não tinha direito nem a vale-alimentação”, relembra o profissional. “Eu trabalhava há poucos meses na empresa e estava absurdamente sobrecarregado”, conta. Em uma determinada noite, ao fazer em casa as demandas do trabalho, o corpo de Kalleu entrou em colapso. “Senti meu olho arder, fui dormir e, no outro dia, notei a paralisia do lado esquerdo”, diz. Depois de procurar atendimento médico, recebeu atestado de 10 dias, e relata ter se deparado com um ambiente de trabalho ainda mais hostil ao voltar. “Meu colega não aguentou e pediu para sair. Então, tive de fazer a parte dele. Voltei com o rosto paralisado e assim fiquei por 3 meses. Foi humilhante”, afirma. “Eu tinha que segurar minha boca para beber água e comer e, nesse meio tempo, foi como se nada tivesse acontecido para a empresa.”

    O advogado Fernando Paiva, especialista em direito do trabalho, aponta que é direito do trabalhador ter acesso a um ambiente corporativo seguro. “Os empregadores têm o dever legal de fornecer um ambiente de trabalho seguro e saudável. Aos empregadores que não cumprirem com suas obrigações legais em fornecer ambiente e condições saudáveis de trabalho aos seus empregados, Fernando explica as consequências legais: “O empregador pode ser responsabilizado por danos morais e materiais se for comprovado que sua negligência contribuiu para o burnout do empregado. Isso pode resultar em indenizações; e os órgãos de fiscalização do trabalho podem impor multas ao empregador por não cumprir as regulamentações de saúde e segurança no trabalho”. 


Fontes:

Síndrome de Burnout: saiba como identificar sintomas e buscar ajuda 

https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/trabalho-e-formacao/2023/08/5115841-sindrome-de-burnout-epidemia-silenciosa.html - acesso: 27/08/2023


Síndrome de Burnout:: entenda o que é, seus sintomas e tratamentos.

https://www.youtube.com/watch?v=em1H0chNXP0 

Izabella Camargo explica a Síndrome de Burnout.



Ney Matogrosso ( Poema) 

Cícero Souza

Pesquisador 

Professor  ETE - Ginásio Pernambucano
(Governo do Estado de Pernambuco - SEE)
Mestre Ciência da Educação (Universidade Lusófona Humanidades Tecnologia -ULHT- Lisboa/Portugal)
Doutorando Ciência da Educação (Universidad Nacional de Rosario - UNR/ Argentina)

Doutor Ciência da Educação (Universidad Desarrollo Sustentable - UDS / Assunção - Paraguai)



domingo, 25 de fevereiro de 2024

A desigualdade racial no acesso a creches no Brasil

                                    Prefeitura do Recife vai ampliar número de creches e de vagas após estudo  em parceria com BNDES - PSB 40

Fonte: Google imagem

Bom dia!  

     iniciamos o dia de hoje trazendo uma reflexão para questão que atinge milhares de crianças brasileiras e de alguma forma milhares de famílias, principalmente, aqueles que ocupam as periferias e carecem bastante das medidas de políticas sociais aplicadas pelos gestores públicos. 

    Durante a campanha para disputa do governo do Estado de Pernambuco a base do discurso da então candidata Raquel Lyra (atual ocupante do Palácio Campos das Princesas) foi exatamente apoio voltado a ampliar o número de creches visando atender anseios de milhares de famílias. Deixando o "partidarismo de laldo" a pauta é sim necessária ser levantada mas, acompanhando esse ponto requer que sejam vistos outros pontos.

    Precisamos antes mesmo de atingirmos a "quantidade" termos dos gestores públicos a resposta para os seguintes pontos: Como anda formação dos cuidadores que trabalham nas milhares de creches (salário, treinamento, condições de trabalho)? As atuais creches (principalmente localizadas em áreas mais de periferia) contam com uma boa estrutura física para manter funcionamento? E a parte lúdica, estes equipamentos contam com brinquedos e material didático voltado atender as crianças e seu desenvolvimento cognitivo? Mas, um ponto importante não pode faltar ser questionado é quanto presença de Psicólogo e nutricionistas voltada atenção as crianças e seus familiares.

    Portanto pensarmos políticas públicas voltadas as camadas mais carentes da sociedade é muito mais do que inaugurar novas creches. Gestores públicos precisam paralelo oferecer um serviço que dignifique as famílias e crianças assistidas enquanto cidadãs. Formar uma sociedade mais justa parte de pequenos passos porém, agir com responsabilidade aos recursos públicos e a pessoa.

    A matéria logo a seguida nos leva a perceber que a questão quanto novos equipamentos (creches) voltada à população exige também combater uma desigualdade que persiste e nos recusamos dialogar.

Que tal ler está matéria, compartilhar e também avaliar o seu papel? 

    Bem, hoje buscamos a matéria publicada no NEXOS Políticas públicas e assim desejamos provocar você para refletir na sua realidade e até mesmo discutir no trabalho, em casa ou aqui mesmo. 

    Assim, leia os fragmentos abaixo, acesse o link https://pp.nexojornal.com.br/dados/2023/09/27/a-desigualdade-racial-no-acesso-a-creches-no-brasil(A desigualdade racial no acesso a creches no Brasil) publicada no Jornal NEXOS Políticas públicas e leia a matéria completa. 

Boa leitura.

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 A desigualdade racial no acesso a creches no Brasil

        O PNE (Plano Nacional de Educação) estabelece metas e diretrizes para a educação brasileira durante um período de tempo. 

        A meta 1 do plano atual é a matrícula de 50% das crianças de 0 a 3 anos em creches, até 2024. A meta está longe de ser alcançada. Há uma dificuldade, em especial, de acesso das crianças negras (pretas e pardas) às creches.

        As crianças de famílias mais pobres são as que têm as menores taxas de acesso às creches. Entre famílias com renda per capita acima de 3 salários mínimos, o acesso é maior porque elas podem recorrer a rede privada. Na rede privada de creches, também há um número maior de crianças brancas, 62%, comparado com 46% na rede pública*.

    O acesso às creches beneficia o desenvolvimento da criança e permite o acesso ao mercado de trabalho para as mães, que geralmente são as cuidadoras. Por isso, a redução das desigualdades raciais e regionais é importante.


Fontes: 

1- Pnad Contínua, 2019, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)

Acesse o link para ver todos os. "Os dados do gráfico foram sistematizados e fornecidos pelo pesquisador Leonardo Silveira do Núcleo Afro do Cebrap, a partir do relatório da pesquisa  Desigualdades Raciais e Primeira Infância ,  realizado pelo Núcleo. As tabelas disponíveis para consulta." .

 https://pp.nexojornal.com.br/Dados/2023/09/27/A-desigualdade-racial-no-acesso-a-creches-no-Brasil - 19/12/2023

2 - Como a escolaridade de cuidadores pode influenciar o desenvolvimento infantil

https://pp.nexojornal.com.br/academico/2023/05/19/como-a-escolaridade-de-cuidadores-pode-influenciar-o-desenvolvimento-infantil - 25/02/2024

3 - Quais os fatores interferem no desenvolvimento na primeira infância

https://pp.nexojornal.com.br/academico/2022/03/10/quais-fatores-interferem-no-desenvolvimento-na-primeira-infancia - 25/02/2024.


4- Como funcionam as creches em Quebec



5- Auxiliares de desenvolvimento infantil das creches do Recife de Pernambuco entregam carta denúncia


6- Faltas de vagas em creches do Recife geram transtorno



Pesquisador 
Professor  ETE - Ginásio Pernambucano
(Governo do Estado de Pernambuco - SEE)
Mestre Ciência da Educação (Universidade Lusófona Humanidades Tecnologia -ULHT- Lisboa/Portugal)
Doutorando Ciência da Educação (Universidad Nacional de Rosario - UNR/ Argentina)

Doutor Ciência da Educação (Universidad Desarrollo Sustentable - UDS/Asunción - Paraguay)

sábado, 17 de fevereiro de 2024

No Brasil, apenas 3% dos estudantes mais pobres têm conhecimentos adequados de matemática

"Em se tratando dos estudantes mais pobres, 13,9% atingiu esse nível. Entre a parcela mais rica, foram mais da metade (54,9%)."

 

                           

Professor Cícero Souza com estudantes (Júlia, Carla e Jamily) do GP-Cabugá que participaram da 15ª Olimpíada Nacional de História do Brasil / Unicamp - SP 2023. Arquivo pessoal.


Bom dia!  

    Amanhã inicia efetivamente o ano escolar para molhões de jovens e famílias brasileira. Que tal ler está matéria, compartilhar com os seus filhos (as) e também avaliar o seu papel no processo educacional? Assim, trazemos hoje para você o tema que sempre mexerá com cada um de nós. 

    Bem, hoje vamos buscamos hoje a matéria publicada no jornal   Diario do Nordeste /CE e assim desejamos provocar você para refletir na sua realidade e até mesmo discutir no trabalho, em casa ou aqui mesmo a sua posição. 

    Assim, leia os fragmentos abaixo, acesse o link https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/ultima-hora/pais/no-brasil-apenas-3-dos-estudantes-mais-pobres-tem-conhecimentos-adequados-de-matematica-1.3479604 (No Brasil, apenas 3% dos estudantes mais pobres têm conhecimentos adequados de matemática) publicada no Jornal Diario do Nordeste e leia a matéria completa. 

    Mas, dessa vez desejo que você também indique  músicas, de leituras e vídeos relacionados ao tema  para compartilharmos aqui durante a semana. Que tal?

Então, uma boa leitura.

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No Brasil, apenas 3% dos estudantes mais pobres têm conhecimentos adequados de matemática

Escrito por Redação Foto: Ground Picture / Shutterstock

      "Os dados são de uma análise dos resultados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) 2022 feita pelo instituto de pesquisas Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede) e obtida pelo g1. O levantamento também mostra a desigualdade em relação às habilidades em leitura e ciências.

        Considerando todos os estudantes brasileiros, 24,3% deles atingiu o desempenho adequado em leitura. Isso é, aproximadamente 1 em cada 4 alunos consegue identificar a ideia principal de um texto, localizar informações que não estejam em destaque e fazer comparações, por exemplo. Em se tratando dos estudantes mais pobres, 13,9% atingiu esse nível. Entre a parcela mais rica, foram mais da metade (54,9%).

    Em ciências, 19,2% de todos os alunos do País atingiu o nível considerado adequado, em que conseguem distinguir o que é científico e o que não é e explicar fenômenos familiares. Analisando apenas o desempenho dos mais ricos, quase metade deles (49,6%) atingiu esse desempenho, enquanto entre os estudantes mais pobres menos o percentual ficou em 9%. g1 destaca, porém, que essas desigualdades entre estudantes de classes sociais diferentes não é algo exclusivo do Brasil. A análise mostra que esse abismo é ainda maior nos Estados Unidos. Mas, na realidade brasileira, as médias atingidas são insatisfatórias inclusive entre as classes mais altas.

O QUE É O PISA?

    O Pisa — sigla para Programme for International Student Assessment —, é um estudo realizado a cada três anos pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Ele oferece informações sobre o desempenho dos estudantes de 15 anos, faixa etária em que se pressupõe o término da escolaridade básica obrigatória na maioria dos países.

    A pesquisa também avalia os chamados domínios "inovadores", como resolução de problemas, letramento financeiro e competência global. Os resultados permitem que cada país avalie os conhecimentos e as habilidades dos estudantes em comparação com os de outros países, aprenda com as políticas e práticas aplicadas em outros lugares e formule suas políticas e programas educacionais.

PROFICIÊNCIA EM MATEMÁTICA

        Na publicação "Notas sobre o Brasil no Pisa 2022", publicada no ano passado, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) aponta que 27% dos estudantes brasileiros atingiu pelo menos o nível 2 de proficiência em matemática, enquanto a média dos estudantes entre os países da OCDE é de 69%. Segundo o Instituto, no mínimo esses estudantes podem interpretar e reconhecer, sem instruções diretas, como uma situação simples pode ser representada matematicamente — como comparar a distância total de duas rotas alternativas ou converter preços em uma moeda diferente.

        O alto desempenho em matemática — nível 5 ou 6 — foi atingido por apenas 1% dos estudantes do Brasil. A média dos países da OCDE é de 9%. "Nesses níveis, os estudantes podem simular situações complexas matematicamente e podem selecionar, comparar e avaliar estratégias adequadas de solução de problemas para lidar com elas. Somente em 16 dos 81 países e economias participantes do Pisa 2022 mais de 10% dos estudantes atingiram o Nível 5 ou 6 de proficiência", aponta o Inep.

    Em relação aos estudantes que obtiveram o melhor desempenho em leitura, a proporção é semelhante entre meninos e meninas: 2%."


Cícero Souza
Pesquisador 
Professor  ETE - Ginásio Pernambucano
(Governo do Estado de Pernambuco - SEE)
Mestre Ciência da Educação (Universidade Lusófona Humanidades Tecnologia -ULHT- Lisboa/Portugal)
Doutorando Ciência da Educação (Universidad Nacional de Rosario - UNR/ Argentina)

Doutor Ciência da Educação (Universidad Desarrollo Sustentable - UDS/Assunción - Paraguay)



domingo, 24 de dezembro de 2023

Felizes e bem-aventurados

         

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"....os que percebem raios de luz na escuridão e não perdem o bom humor diante dos obstáculos.."

     Felizes e bem-aventurados os que fecham o ano mantendo a paz, a serenidade, cantando salmos de gratidão; os que seguem em frente, à luz de uma estrela, sem perder jamais o chão da realidade, como os Reis Magos palmilhando as areias do deserto a caminho de Belém

        Felizes e bem-aventurados os que sabem fazer silêncio em meio ao tumulto do cotidiano para escutar a voz de Deus. Ele fala quando a gente se cala e mantém o coração receptivo, filial.

         Felizes e bem-aventurados  os que encontram a sua alegria maior no gesto de servir, de acolher, os que percebem raios de luz na escuridão e não perdem o bom humor diante dos obstáculos, dos desafios e das preocupações do dia-dia.

"Felizes e bem-aventurados os que fecham o ano mantendo a paz, a serenidade, cantando salmos de gratidão."

        Natal é festa de paz, de esperança, de reconciliação; é uma estrela luminosa da noite plantando a certeza de que Deus nos ama eternamente. 

Obrigado, Senhor!


Fonte:

Revista Construir Notícias, nº55, Ano 10 - Novembro/Dezembro 2010, p.54.

Para assistir:

Natal: Visão Espírita

Natal na Umbanda

Para ouvir:
A paz Heal the World- (Daniel)

Imagine (John Lennon)


Cícero Souza
Pesquisador 
Professor  ETE - Ginásio Pernambucano
(Governo do Estado de Pernambuco - SEE)
Mestre Ciência da Educação (Universidade Lusófona Humanidades Tecnologia -ULHT- Lisboa/Portugal)
Doutorando Ciência da Educação (Universidade Nacional de Rosario - UNR/ Argentina)


domingo, 17 de dezembro de 2023

Retrospectiva 2 (2023) - Dia do Sexo: Filmes picantes para curtir a data

                       

(Google  imagem - Sexo no Egito antigo)
"Sexo vem dos outros e vai embora. Amor vem de nós e demora". (Rita Lee)
 
Bom dia!

    Segue para sua leitura o artigo publicado no Jornal Correio Braziliense (Dia do Sexo: Filmes picantes para curtir a datae logo em seguida uma breve lista de livros dos mais variados gêneros para seu pleno prazer.

    Uma vez que estamos iniciando o mês inteiro de futebol (Copa do Mundo no Qatar 2022) a leitura aqui possibilitará você conhecer um pouco mais sobre um outro  tema (visto por muito como até mesmo tabu) para reflexão. Assim, ao ler sobre o tema "sexo", concordar, discordar ou buscar novos dados caberá exclusivamente a você. Aos fãs de futebol, vale uma pausa nos jogos da Copa e fazer  um busca nas indicações de filmes sobre a questão "sexo e sexualidade" ao longo da nossa história. 

    Mas,  para aqueles que não gostam ou não estão acompanhando os jogos das seleções temos aqui um excelente momento para seguir nosso blog semanalmente, assistir um filme ouvir uma música ou ler um livro das indicações e assim aumentar o seu "repertório" também na cama!

    Leia o texto principal (original) que está disponível no link:https://blogs.correiobraziliense.com.br/daquilo/dia-do-sexo-filmes-picantes-para-curtir-a-data/ - acesso: 24/11/2022. 


Indicação/leitura:

Ficção:

  • “A Casa dos Budas Ditosos” de  João Ubaldo Ribeiro:  Uma mulher de 68 anos conta as experiências sexuais que teve após uma vida sem se negar a fazer o que dava na cabeça.
  • “120 Dias de Sodoma” de Marquês de Sade: Quatro homens se trancam em um castelo com 46 pessoas durante 4 meses e realizam as mais perversa experiências sexuais.
  • “As 100 Melhores Histórias Eróticas da Literatura Universal”: O organizador Flávio Moreira reuniu histórias de todos os séculos e dos quatro cantos do mundo em um mesmo livro. Da Grécia antiga até os dias de hoje.
  • “Fanny Hill ou Memórias de uma Mulher de Prazer” de John Cleeland: Ano 1748. Uma jovem resolve tentar a vida em Londres e se acaba se tornando uma requisitada cortesã.
  • “Mulheres” de Charles Bukowski: No livro, o mestre da putaria narra as aventuras sexuais de um homem que volta a transar após quatro anos na seca.
  • “A Casa Verde” de Mario Vargas Llosa: Premiado autor peruano conta a história de um prostíbulo na pequena cidade de Piura e dos personagens que frequentam o local
  • “Lolita” de Vladimir Nabokov: O livro narra a história de amor obsessiva de Humbert Humbert, um intelectual de meia-idade, por Dolores Haze, Lolita, uma garota de 12 anos.
  • “Engraçadinha” de Nelson Rodrigues: O livro conta a história de uma ninfomaníaca e como seus atos afetam a vida das pessoas ao seu redor.
  • “A Vênus das Peles” de Sacher-Masoch: A obra conta a história do relacionamento de dominação sexual entre Severin e Wanda, O livro acabou dando origem ao termo “masoquismo”, inspirado no sobrenome do autor.
  • “O Novo Epicuro: as Delícias do Sexo” de Edward Sellon: Um homem conversa com suas amantes por meio cartas picantes que revelam todos os detalhes de suas últimas aventuras eróticas.
  • “Autobiografia de uma Pulga” de Stanislas de Rhodes: Uma pulga narra os atos sexuais entre homens e mulheres da era vitoriana. Adultério, homossexualismo e incesto são alguns dos temas abordados no livro.
  • “Minha Vida Secreta”, de Walter: O diário de um cavalheiro relata o clima libertino que guiava a Era Vitoriana apesar de todos os tabus da sociedade.
  •  “Juliette Society”, de Sasha Grey: Primeiro livro de ficção escrito pela ex-atriz pornô Sasha Grey.
  • “Delta de Vênus”, de Anaïs Nin: Coletânea de histórias da aclamada escritora erótica Anaïs Nin com narrativas sobre triângulos amorosos, orgias e prostitutas satisfazendo os desejos mais estranhos de seus clientes.
  • “O Amante de Lady Chatterley”, de D. H. Lawrence: Lady Chatterley é uma mulher que não pode se satisfazer sexualmente por seu marido cadeirante ferido na guerra. Logo, ela resolve buscar satisfação sexual no caseiro da propriedade.
  • “Decameron”, de Boccacci: Uma série de 100 contos mostra como eram as relações pessoais e sexuais durante a Itália, na Idade Média.
  • “Desidéria”, de Alberto Moravia: Filha de uma prostituta, Desidéria é adotada por uma mulher sexualmente voraz. Em certo momento a mãe adotiva cobiça a garota.
  • “Jóias Indiscretas” de Diderot: O sultão do Congo ganha um anel mágico que faz com que todas mulheres para que ele aponte a joia lhe conte a histórias sexuais mais tórrida que viveram.
Biografias:
  • “O doce veneno do escorpião” de Bruna Surfistinha: Famosa prostituta brasileira narra suas histórias em beste-seller
  • “Filha, Mãe, Avó e Puta” de  Gabriela Leite: Filha de boa família, aluna dos melhores colégios de SP, a garota de 22 anos resolveu largar seus estudos na USP para se tornar prostituta. Em 2005 criou a grife Daspu.
  • “O amante” de Marguerite Duras: O romance narra um episódio da adolescência da escritóra: sua iniciação sexual, aos 15 anos e meio, com um chinês rico de Saigon.
  • “O prazer é todo nosso”, de Lola Benvenutti: Ex-prostituta, filha de militares e que já transou com mais de 3 mil homens conta suas experiências sexuais em um livro.
  • “100 Escovadas Antes de ir para cama” de Melissa Panarello: Autora conta suas experiências sexuais entre os 15 e 17 anos. Durante o período ela participou de orgias, sexo homossexual, sadomasoquismo, experiências com drogas e muito mais.
  • “A Vida Sexual” de Catherine Millet: A autora conta suas aventuras sexuais nos mais diversos lugares como estradas, balada, casas de amigos além de orgias com grupos de até 150 pessoas. 
Livros científicos:
  • “O Relatório Kinsey” de Alfred Kinsey: Com o início da “revolução sexual” na década de 50 este estudo fundamentou boa parte do entendimento da diversidade sexual humana.
  • “Por que Elas Negam Fogo” de Bettina Arndt: Terapeuta sexual australiana propõe uma nova abordagem de como os casais podem ter uma vida sexual ativa e regular para não deixar a chama apagar.
  • “Meu Jardim Secreto” de Nancy Friday: O livro é o resultado de um estudo em cima de centenas de entrevistas com mulheres sobre suas fantasias sexuais.

Para ler: 

4 livros sobre sexo que vão te ensinar ( e te excitar).

https://glamour.globo.com/lifestyle/amor-sexo/noticia/2019/07/4-livros-sobre-sexo-que-vao-te-ensinar-e-te-excitar.ghtml

Na cama com ... Um manual que ensina tudo sobre sexo.

https://observador.pt/2015/10/15/na-cama-com-um-manual-que-ensina-tudo-sobre-sexo/

50 livros sobre sexo para ler no lugar de 50 Tons de Cinzas.

https://manualdohomemmoderno.com.br/sexo/50-livros-para-ler-lugar-de-50-tons-de-cinza


Para cantar:

Amor e sexo (Rita Lee) 

Amor e Sexto (Rita Lee)


Para estudar:
(Google  imagem - Sexo na Grécia antiga)

Cícero Souza
Pesquisador 
Professor  ETE - Ginásio Pernambucano
(Governo do Estado de Pernambuco - SEE)
Mestre Ciência da Educação (Universidade Lusófona Humanidades Tecnologia -ULHT- Lisboa/Portugal)
Doutorando Ciência da Educação (Universidade Nacional de Rosario - UNR/ Argentina)

domingo, 10 de dezembro de 2023

Retrospectiva 1 (2023) - O que você vai ser quando crescer?

   "Comece com algo que te agrade e também lembre-se que serão estas leituras que farão realidade muito do que pensas enquanto projeto de vida."

         Pronto, o mês de novembro chegou ao fim, brincamos a vontade ou mesmo descansamos. Começa uma nova semana e o que mais desejamos é que seja proveitosa e que possamos ampliar nossas metas ou mesmo cumprir ao planejado. Mas agora, que tal uma leitura? Ah, não te agrada? 

        Que pena! 

        Porém, posso te contar uma coisa? 

      Desde criança sempre tive fascínio por livros. Lembro de uma pequena biblioteca na casa do meu irmão (Roberto - in memorium) e de estantes abarrotadas de exemplares, ele não parava de "devorar" e que, vez em quando, eu pegava um livrinho e mexia (quase nada entendia). Assim a leitura foi ganhando espaço ao meu cotidiano e aos poucos percebia o quanto me fortalecia (espiritual e profissional). Foi assim!

    Mas, atualmente com avanço da tecnologia você tem  disponível uma variedade de plataformas e recursos. Já tentou conferir vídeos de resenhas daquele livro que até gostaria de ler mas resiste? Já tentou baixar livros em pdf? E o audiobook? Não importa a forma ou plataforma o importante é que você pode muito bem começar. Comece com algo que te agrade e também lembre-se que serão essas leituras que "dará realidade" a muito do que pensas enquanto projeto de vida. 

    Hoje, eu leio, pesquiso e escrevo muito mais por puro prazer. A leitura me ofereceu caminhos para chegar onde projetei mas não sabia como atingir. A leitura me acalmou em momentos que deveria ser caos e me fez amadurecer. Leia um livro e torne seu "mundo mais completo." 

    No entanto, sei também que aqui temos quem já lê bastante, escreve e não consegue passar muito tempo sem um livro nas mãos para "devorar". Então, compartilhe conhecimentos, dialogue e incentive para que mais pessoas descubra o encanto da leitura.

    Agora, anota aqui no nosso blog sua lista de livros que pretende ler ou aquela obra que você já tomou leitura em 2023!

Acesse também as dicas abaixo e boa leitura.


Ps: Texto  adaptado (original publicado dia 26 de fevereiro de 2023).


Como ler livros

                                       https://www.youtube.com/watch?v=9ZPkrOeUs0A


Poema "Dilúvio" de Lourdes Nicácio vira canção com produção de Renato Soares e Swami Jr.


Audiobook - O pequeno Príncipe


O Pequeno Príncipe (The Little Prince) - legendado
                                             https://www.youtube.com/watch?v=EtlN0IinUew

Cícero Souza
Pesquisador 
Professor  ETE - Ginásio Pernambucano
(Governo do Estado de Pernambuco - SEE)
Mestre Ciência da Educação (Universidade Lusófona Humanidades Tecnologia -ULHT- Lisboa/Portugal)
Doutorando Ciência da Educação (Universidade Nacional de Rosario - UNR/ Argentina)