estatística - ficha

segunda-feira, 25 de novembro de 2019




Mike Bloomberg - Eleição estadunidense 2020


Una nueva opción para los demócratas.

Liderazgo comprobado.



https://www.mikebloomberg.com/es/

UnB repudia post de ministro Weintraub sobre maconha na universidade.

UnB repudia post de ministro Weintraub sobre maconha na universidade

"A Administração repudia veementemente a associação equivocada da imagem da Universidade a práticas ilícitas. O fato é ainda mais grave quando ocorre de maneira recorrente e por parte de um gestor público cujo papel é o de promover a educação, em seus diversos níveis", diz um trecho da nota"



"A Universidade de Brasília (UnB) divulgou na tarde deste domingo (24) uma nota de repúdio sobre uma postagem do ministro da Educação, Abraham Weintraub. Ele retuitou um vídeo com a notícia de que dois alunos da universidade mantinham plantações de maconha no local."

"No dia 22, Weintraub postou no Twitter: “Tem "jornalista" como a Playmobil falando que não há plantações de maconha nas universidades federais. Que dureza…”, escreveu. O vídeo, logo abaixo da frase, traz os seguintes dizeres: 
“A @uneoficial  tá revoltada com a afirmação VERDADEIRA do ministro @AbrahamWeint de que as universidades federais escondem verdadeiras plantações de maconha! Tá aí uma prova aqui na UnB! Vai ter PM no campus, sim!”."

"Veja a nota na íntegra:

“A Administração da Universidade de Brasília (UnB) tomou conhecimento de um post divulgado no Twitter pelo ministro da Educação com referência a uma operação policial ocorrida em área supostamente da UnB. A esse respeito, esclarecemos que:

1. A referida operação foi realizada em abril de 2017, em uma área não localizada na UnB. Trata-se de área de Cerrado próxima ao campus Darcy Ribeiro. Foram apreendidos vasos com maconha no local. Segundo as primeiras impressões da polícia, as plantas eram mantidas por um grupo, sendo dois estudantes da Universidade e uma terceira pessoa não pertencente à comunidade acadêmica. Na ocasião, as forças de segurança da Universidade deram todo o apoio à polícia.

2. Imediatamente, a Administração determinou a abertura de uma sindicância interna, para a apuração de responsabilidades. No processo, foi confirmado, por meio de um parecer técnico, que o local da apreensão não pertence à UnB.

3. Após a apuração, não houve, na Justiça, confirmação de autoria de crime pelos dois estudantes. Dessa forma, eles não foram condenados. A comissão de sindicância interna recomendou o arquivamento do processo.

A Administração repudia veementemente a associação equivocada da imagem da Universidade a práticas ilícitas. O fato é ainda mais grave quando ocorre de maneira recorrente e por parte de um gestor público cujo papel é o de promover a educação, em seus diversos níveis.

A UnB é uma das principais instituições de ensino superior da América Latina e a oitava melhor do Brasil, segundo o ranking Times Higher Education (THE), com crescente excelência acadêmica, nas mais diversas áreas. As manifestações do ministro demonstram profundo desconhecimento e desrespeito acerca do papel constitucional de nossa instituição. Assim como outras universidades públicas federais, a Universidade de Brasília é patrimônio de todo o povo brasileiro.

É importante esclarecer que a UnB atua dentro da legalidade e vem aprimorando suas estratégias e ações de segurança, com medidas como a colocação de câmeras e de cadeiras elevadas nos estacionamentos. Mesmo com seu maior campus (Darcy Ribeiro) totalmente aberto e integrado à cidade, as medidas já promoveram a redução de 86% nas ocorrências no local, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública do DF. Além disso, a questão das drogas afeta toda a sociedade e é, portanto, um desafio para o poder público de maneira geral.

A Universidade reitera o compromisso com sua missão institucional, educadora, para a melhoria das condições de vida da população e o desenvolvimento socioeconômico no DF e do país”."

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2019/11/24/interna-brasil,808874/unb-repudia-post-de-ministro-weintraub-sobre-maconha-na-universidade.shtml

domingo, 24 de novembro de 2019

Negritude valorizada de berço



Negritude valorizada de berço

O combate ao racismo deve vir desde a infância e passa pelo reconhecimento da contribuição negra na história brasileira e pelo fortalecimento da autoestima das crianças negras


"A ancestralidade africana pode aparecer em diversos tons e traços, e só quem é negro sabe o quanto o processo de reconhecimento pode não ser tão simples. Crianças, muitas vezes, crescem sem se enxergar assim. A maioria vive na posição de pardas, de morenas, e com a autoestima baseada no padrão de beleza europeu — que pode até ser exaltado pelas famílias —, por conta da falta de representações negras desde a infância.


Para a psicóloga Jeane Tavares, a descoberta de ser negro é mais do que a constatação do óbvio. “Saber-se negro é viver e reconhecer a experiência de ter sido massacrado em sua identidade, confundido em suas perspectivas, submetido a exigências, compelido a expectativas alienadas. Mas, sobretudo, é a experiência de comprometer-se a resgatar sua história e recriar-se em suas potencialidades”, afirma. Com isso, ela quer dizer que a negligência ao tema “racismo” e à história da diáspora africana também contribui para o não reconhecimento."


"Segundo a pedagoga Liana Barcelos Porto, há profissionais que trabalham para que a lei não vire letra morta, no entanto, não é a regra. “Com 16 anos depois dessa lei, temos a sensação de que vamos começar do zero a cada manhã, a cada conselho de classe, a cada jornada pedagógica, a cada aula”, conta. Uma das maiores críticas é a referência aos africanos que foram escravizados no Brasil como “escravos” e não como “pessoas escravizadas”. O primeiro termo naturalizaria a condição e a consideraria algo inerente àqueles seres humanos."


"A Revista do Correio fez uma seleção de livros infantis interessantes para todas as crianças e com protagonistas negros.


Princesas Negras, de Edeliuza Penha de Souza.Da Editora Malê, especializada em literatura afrobrasileira com o objetivo de colaborar com a ampliação da diversidade do mercado editorial brasileiro
Minha mãe é negra sim!, de Patrícia Maria de Souza Santana.Uma indicação de Bernardo Clavelin
O que há de África em nós, de Wlamyra Albuquerque e Walter Fraga.Os personagens cruzam o Oceano Atlântico para contar sobre a história da presença africana no Brasil. São reveladas as relações entre o Brasil e as nações da África e as criações culturais de africanos e seus descendentes aqui."

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/revista/2019/11/24/interna_revista_correio,808157/negritude-valorizada-de-berco.shtml

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sábado, 23 de novembro de 2019

Flamengo, bem cotado nos gramados e à sombra da maior tragédia de sua história.

INCÊNDIO NO NINHO DO URUBU

Flamengo, bem cotado nos gramados e à sombra da maior tragédia de sua história

Apesar do time vencedor e rentável, clube é cobrado pelos familiares de garotos mortos em incêndio do Ninho do Urubu, em fevereiro




https://brasil.elpais.com/brasil/2019/11/21/deportes/1574351902_719707.html

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Hoje eu sou River Plate /Arg - Final da Libertadores de 2019

FAMÍLIAS DO NINHO

“O Flamengo gasta 200 milhões contratando jogadores. E eu vou chorar a vida inteira pelo meu filho”

Seis meses após incêndio no Ninho do Urubu, famílias dos garotos mortos se indignam com a diretoria rubro-negra, que rejeitou acordo por indenizações, mas segue investindo alto no futebol


São Paulo - 16 AUG 2019 - 11:50 BRT
"No último domingo, Cristiano Esmério passou seu primeiro Dia dos Pais sem a companhia do filho Christian, que, aos 15 anos, foi um dos dez garotos mortos pelo incêndio no centro de treinamento do Flamengo. “Nós éramos muito apegados. Queria que estivesse aqui comigo. Não tem dinheiro que pague a falta que ele me faz”, afirma o organizador de eventos, que vive com a mulher e os filhos gêmeos, de 3 anos, em uma casa de quatro cômodos no subúrbio do Rio de Janeiro. Seis meses depois da tragédia, o acordo de indenização com o clube rubro-negro ainda está longe de ser fechado e pode se encaminhar para uma extensa batalha nos tribunais. “Os dirigentes decidiram arrastar nosso sofrimento. O Flamengo gasta 200 milhões para contratar jogadores. E eu vou chorar a vida inteira pelo meu filho.”



https://brasil.elpais.com/brasil/2019/08/05/deportes/1565029915_728322.html.

Casos de sífilis aumentam 334% desde 2010; epidemia preocupa.

Casos de sífilis aumentam 334% desde 2010; epidemia preocupa

Dados do Governo do Distrito Federal apontam que, de 2010 a 2018, número de registros da doença saltou de 424 para 1.841 na capital do país. Homens foram os mais diagnosticados nesse período.





"Uma epidemia preocupa as autoridades de saúde do país e do Distrito Federal. Os casos de sífilis adquirida subiram 334,1% em oito anos, segundo dados da Secretaria de Saúde do DF. O monitoramento desse número começou em 2010. Naquele ano, houve 424 notificações na capital federal. Em 2018, a quantidade alcançou 1.841 registros. Em oito anos, foram 9.192 ocorrências. Os dados referentes ao ano passado, antecipados ao Correio, devem ser publicados pela pasta até o fim do mês. 
Se tratada adequadamente, a sífilis tem cura. No entanto, depois de a pessoa ficar livre da bactéria causadora da infecção — a Treponema pallidum —, ela pode voltar a se contaminar, se houver nova exposição. A única forma de prevenir a doença é por meio do uso da camisinha durante as relações sexuais. E o tratamento disponível é por meio da administração de penicilina benzatina, a Benzetacil, que pode ser indicada até três vezes. Após as aplicações, é necessário continuar o acompanhamento médico por um período de três meses a um ano. Se não for diagnosticada, a sífilis pode não apresentar sinais ou sintomas e, na fase mais grave, provocar lesões em órgãos vitais e levar à morte."



(foto: Thiago Fagundes/CB/D.A Press)

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2019/11/22/interna_cidadesdf,808254/casos-de-sifilis-aumentam-334-desde-2010-epidemia-preocupa.shtml.

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

MP do Programa Verde Amarelo extingue serviço social do INSS

MP do Programa Verde Amarelo extingue serviço social do INSS

No meio da MP 905, de incentivo à contratação de jovens, dispositivo extingue atendimento pessoal feito por assistentes sociais nas agências do Instituto Nacional do Seguro Social




"O governo federal aproveitou a Medida Provisória 905, que instituiu o Programa Verde Amarelo, que altera regras trabalhistas para a contratação de jovens, e extinguiu o serviço social das nas agências do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). Além dos atendimentos previdenciários, os assistentes sociais lotados nas agências preparam laudos sociais para o acesso da população vulnerável ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) para deficientes e idosos em situação de extrema pobreza. "



"A medida afeta quase 1.600 assistentes sociais que serão transferidos para desempenhar outras funções. O INSS possui mais de mil agências de atendimento espalhadas pelo país, mas nem todas possuem assistentes sociais por falta de quadros. O último concurso para a função foi realizado em 2016. Ontem, a MP recebeu duas emendas supressivas para a retirada do dispositivo, registradas pela deputada Erika Kokay (PT-DF)."


"O Serviço Social do INSS foi instituído em 1944 pelo ex-presidente Getúlio Vargas. Atualmente, além de prestar atendimento e informação à população, os assistentes sociais desempenham duas funções que são exclusivas da profissão. São eles que emitem o parecer social para a concessão do BPC para deficientes, que acompanha o parecer médico. Às vezes, eles realizam vistas domiciliares, para checar as dificuldades. "


"Em abril, o Ministério Público Federal ajuizou ação civil pública contra a União e o INSS solicitando o recrutamento de agentes públicos em número suficiente para suprir as demandas acumuladas no órgão, para não prejudicar a população. "


https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2019/11/21/internas_economia,807942/mp-do-programa-verde-amarelo-extingue-servico-social-do-inss.shtml