Iniciamos o dia de hoje trazendo uma reflexão para questão que afeta casais e de alguma forma a própria construção de um relacionamento mais completo. Assim, compartilho com você fragmentos desta importante matéria publicada num dos principais jornais do país e servirá de alerta.
Você olha o celular fazendo sexo? Pesquisa revela que atitude está virando hábito
"Levar o celular para a cama se tornou um hábito comum, já que muitas pessoas checam os posts nas redes sociais antes de dormir. No entanto, o costume foi levado às últimas consequências: a “olhadinha” passou a acontecer também durante os momentos íntimos.
"Outro dado relevante é que 54% preferem passar mais tempo com seus smartphones do que com seus parceiros."
Um pesquisa feita pela SellCell, plataforma de venda de smartphones nos Estados Unidos, com cinco mil pessoas, identificou que uma a cada cinco olha o celular enquanto faz sexo. Quando perguntadas, 17% das mulheres admitiram que verificaram (ou verificariam) o celular durante o ato sexual. Apenas 7% dos homens disseram que fizeram (ou fariam) isso. “As pessoas estão dispostas a verificar os seus telefones quando fazem sexo, pois perderam a capacidade de desligar o telefone. Elas verificam notificações cerca de 100 vezes por dia e têm uma intimidade mais profunda com seus celulares do que com o parceiro”, afirmou ao jornal New York Post Sarah McConomy, diretora de operações da empresa que aplicou a pesquisa.
Outro dado relevante é que 54% preferem passar mais tempo com seus smartphones do que com seus parceiros. Ao mesmo tempo, 36% afirmam que o uso do celular por elas ou por seus parceiros têm um impacto negativo em seus relacionamentos."
Para assistir:
Holanda proíbe telefones celulares e outros equipamentos em sala de aula
"Se não deixa pegar o celular é porque tá traindo, porque tá mentindo, alguma coisa tem."
(Senha do celular - Henrique & Diego)
"A pesquisa também mostrou que 51% das pessoas olha as mensagens de seus parceiros de forma sorrateira, sem que eles saibam e 57% já flagrou o parceiro verificando o celular sem perguntar antes."
(Jornal Correio Braziliense - 07/12/2023)
Cícero Souza
Pesquisador
Professor ETE - Ginásio Pernambucano (Governo do Estado de Pernambuco - SEE) Mestre Ciências da Educação (Universidade Lusófona Humanidades Tecnologia -ULHT- Lisboa/Portugal) Doutorando Ciência da Educação (Universidad Nacional de Rosario - UNR/ Argentina)
Doutor Ciências da Educação (Universidad Desarrollo Sustentable - UDS / Assunção - Paraguai)
"Difícil ter tempo para dormir o suficiente para descansar e retomar a rotina no dia seguinte."
(Jornal Correio Braziliense - 16/03q2024)
Bom dia!
Você observa pessoas dormindo enquanto faz aquele percurso de ônibus? No seu local de trabalho tem sempre aquela colega que chega sempre mal-humorado e que parece nunca ter dormido bem? E seu filho (a) que passa quase todo tempo durante horário de aula dormindo "pelos cantos da sala"?
Precisamos fazer está leitura aqui e refletir!
Assim, iniciamos o dia de hoje trazendo uma reflexão para questão que atinge a saúde de milhares de pessoas e de alguma forma a própria qualidade de vida. Assim, compartilho com você fragmentos de uma importante matéria publicada num dos principais jornais do país mas que a temática é pouco vista com a devida atenção pelo poder público, empresas e a até mesmo a quem mais sofre (você!).
"Se pensarmos que um dos principais distúrbios do sono — além da insônia, claro — pode causar infarto do miocárdio, derrame cerebral, obesidade, hipertensão, arritmia cardíaca, depressão ou até mesmo acidentes domésticos e de trânsito, no caso de adultos e idosos, é fundamental que um especialista no assunto seja acionado, o que raramente ocorre na vida do brasileiro.O distúrbio citado é a apneia obstrutiva do sono (AOS), aquela "parada" no processo de respiração em repouso. Ela pode chegar a 15 segundos de interrupção e pode ocorrer inúmeras vezes, gerando uma série de prejuízos à saúde, dos quais os mais sérios estão no início do texto, mas há ainda outros efeitos, como irritabilidade, ronco (o sintoma mais "audível"), dores de cabeça ao acordar, engasgo, sonolência durante o dia, dores de cabeça matinais, agitação e boca seca.
O assunto merece entrar na pauta de discussões e nos investimentos em saúde. Algumas iniciativas existem, como o direito do trabalhador apneico grave de receber auxílio-doença.
Outra má notícia é que, no Brasil, as estimativas indicam que cerca de 70 milhões de pessoas apresentam problemas de sono, sendo que a maior parte delas sequer sabe que tem o problema e, mesmo sabendo, não procura tratamento adequado.
Hoje, no Dia Mundial do Sono (15/3), vejamos algumas informações. O período ideal de um sono de qualidade por noite varia entre sete e oito horas, levando em consideração as diferenças de cada indivíduo em termos de idade, estilo de vida e atividades diárias. Bebês e adolescentes (a maior parte) são considerados "dormidores longos", ou seja, precisam de mais tempo para se sentirem ativos para o dia seguinte — nove, 10 ou 11 horas de sono.
O assunto merece entrar na pauta de discussões e nos investimentos em saúde. Algumas iniciativas existem, como o direito do trabalhador apneico grave de receber auxílio-doença."
Professor ETE - Ginásio Pernambucano (Governo do Estado de Pernambuco - SEE) Mestre Ciências da Educação (Universidade Lusófona Humanidades Tecnologia -ULHT- Lisboa/Portugal) Doutorando Ciência da Educação (Universidad Nacional de Rosario - UNR/ Argentina)
Doutor Ciências da Educação (Universidad Desarrollo Sustentable - UDS / Assunção - Paraguai)
"Saudade de um beija-flor, lembranças de um antigo amor . O dia amanheceu tão lindo, eu durmo e acordo sorrindo."
(A flor e o Beija-flor. Marília Mendonça)
Como anda a vida?
A cada amanhecer temos exatamente a resposta e muitas vezes nem percebemos. A cada respiração temos a mensagem e pouco atentamos. A cada escuta a vida anuncia como ela está.
Mas, quantas vezes você acorda e diz ao teu filho (a) em palavras que o ama? Quantos abraços você oferece a sua mãe, ao seu pai, a sua avó, sua tia? Quantos eu te amo?Entenda, é assim que a vida passa e nem percebemos!
"Sempre que possível respire forte, olhe ao seu redor e veja que não estais só mas precisas vencer a solidão; viva bem a solitude.."
Verdade. Há dias que sentimos que algo está em falta, (re) sentimos mágoas, insucessos ocorridos e que algo deveria ter sido diferente. Bem verdade. Não é fácil acordar e enfrentar as batalhas que a vida nos oferece e por vezes nos faz sentir em impotência. Entenda que é assim que a vida apresenta todo sentido. Sempre que possível respire forte, olhe ao seu redor e veja que não estais só mas precisas vencer a solidão.
Viva bem a solitude (segundo os romanos é a "glória de viver sozinho" por alguns instantes). Aprecie suas "derrotas" e vibre muito mais suas vitórias.
Tem momentos que precisamos olhar a vida e aceitá-la por alguns instantes como se apresenta. Precisamos vibrar por conquistas obtidas por àqueles que amamos e que tanto desejamos sucesso. Carregue as melhores energias em suas palavras, ações e até mesmo silêncio.
Preencha sua casa de agradecimento, de valor e de existência. Leve ao seu trabalho a melhor das energias e carregue o teu colega (ou aquele amigo) do melhor sorriso teu. Preencha as ruas senão com "bom dias" mas que seja olhares afetuosos até mesmo àquele que não atingiu o teu "ponto de sucesso" profissional.
Professor ETE - Ginásio Pernambucano (Governo do Estado de Pernambuco - SEE) Mestre Ciências da Educação (Universidade Lusófona Humanidades Tecnologia -ULHT- Lisboa/Portugal) Doutorando Ciência da Educação (Universidad Nacional de Rosario - UNR/ Argentina)
Doutor Ciências da Educação (Universidad Desarrollo Sustentable - UDS / Assunção - Paraguai)
06 de março não é apenas uma data que marca um feriado e descanso. A "data Magna de Pernambuco de 1817" tem como marco a eclosão de um importante movimento de resistência e ruptura vivenciado ao longo de toda nossa história. Por aqui tivemos 75 dias de tomada do poder político lusitano por parte da elite e burguesia local que trazia desejos de "liberdade" fossem civis ou econômicas.
Compreender o movimento de "força única" ocorrida ainda no século XIX é reconhecer bastante o país que vivemos, a política local e as próprias condições de vida hoje de milhares de pernambucanos enquanto distribuição de renda. Conhecer a nossa História é refletir sobre o Estado que desejamos para os nossos filhos.
Importante também destacar que encontra-se no hall Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco (BPE) para visitação um fragmento do painel "Revoluções" de autoria do artista plástico Corbiniano Lins. Como também além de um painel ilustrativo da história da revolução você também encontrará uma literatura reservada esperando sua consulta.
Fragmento do painel de Corbiniano Lins localizada na Praça Gal. Abreu e Lima, na Avenida Cruz Cabugá.
Professor ETE - Ginásio Pernambucano (Governo do Estado de Pernambuco - SEE) Mestre Ciências da Educação (Universidade Lusófona Humanidades Tecnologia -ULHT- Lisboa/Portugal) Doutorando Ciência da Educação (Universidad Nacional de Rosario - UNR/ Argentina)
Doutor Ciências da Educação (Universidad Desarrollo Sustentable - UDS / Assunção - Paraguai)
Eu estava fraca demais até para respirar”, conta. “Fui até a minha coordenadora, expliquei a situação, e disse que não estava em condições para dar aula. Ela me respondeu com um comentário irônico, perguntando se estava grávida. Eu me senti desrespeitada e não pude sair da escola”, relembra."
(Jornal Correio Braziliense - 27/08/2023)
Bom dia!
iniciamos o dia de hoje trazendo uma reflexão para questão que atinge milhares de pessoas (no campo de trabalho, na escola ou mesmo em casa) e de alguma forma milhares de famílias. Que tal ler está matéria, compartilhar e também evitar "ser testemunha, vítima ou cúmplice" desse mal?
"A Síndrome de Burnout foi incorporada à lista das doenças ocupacionais reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde, e é caracterizada pelo esgotamento por excesso de trabalho. Levantamento internacional mostra que ela afeta cerca de 64,3 milhões de brasileiros. Especialistas explicam os direitos dos profissionais e como se proteger do desgaste que pode levar a quadros de ansiedade e de depressão." (crédito: Maurenilson Freire - Jornal Correio Braziliense)
Em um tempo marcado pelo ritmo frenético, conectividade constante e pressões crescentes, o esgotamento profissional, também chamado de “burnout”, tem se tornado uma epidemia silenciosa. Exaustão extrema, estresse, esgotamento físico, despersonalização, gastrite e enxaqueca são apenas alguns dos muitos sintomas da Síndrome de Burnout
“O empregador pode ser responsabilizado por danos morais e materiais se for comprovado que sua negligência contribuiu para o burnout do empregado"
Também conhecida por Síndrome do Esgotamento Profissional, foi incorporada à lista das doenças ocupacionais reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em janeiro de 2022 e, em maio de 2023, um levantamento realizado pela International Stress Management Association (Isma) revelou que a doença afeta cerca de 64,3 milhões de brasileiros, elevando o Brasil ao 2º lugar em número de casos diagnosticados.
Causada justamente pelo excesso de trabalho, a Síndrome de Burnout não é simplesmente cansaço após um longo dia ou semana, é um fenômeno complexo e profundo que atinge profissionais de todas as idades, setores e níveis hierárquicos. Juliana Gebrim, psicóloga e neuropsicóloga, destaca que o burnout exige abordagem mais abrangente, pois envolve uma perda de conexão com o trabalho. “O burnout vai além da fadiga comum. Ele causa uma sensação de desesperança geral, que afeta motivação, engajamento e satisfação no trabalho”, explica.
“Senti meu olho arder, fui dormir e, no outro dia, notei a paralisia do lado esquerdo”, diz. Depois de procurar atendimento médico, recebeu atestado de 10 dias, e relata ter se deparado com um ambiente de trabalho ainda mais hostil ao voltar."
Juliana alerta para a responsabilidade da empresa em minimizar o risco e os efeitos do burnout. “A empresa deve criar um ambiente de trabalho que valorize o bem-estar dos funcionários e avaliar regularmente a carga de trabalho deles, garantindo que esteja equilibrada e realista, e fornecer suporte adicional quando necessário”, explica.
Essa não foi a realidade do diretor audiovisual e produtor de vídeo Kalleu Chaves. Aos 33 anos, ele teve metade do rosto paralisado devido ao estresse do trabalho na área de marketing de uma empresa. “Eu fazia o trabalho de umas 10 pessoas e não tinha direito nem a vale-alimentação”, relembra o profissional. “Eu trabalhava há poucos meses na empresa e estava absurdamente sobrecarregado”, conta. Em uma determinada noite, ao fazer em casa as demandas do trabalho, o corpo de Kalleu entrou em colapso. “Senti meu olho arder, fui dormir e, no outro dia, notei a paralisia do lado esquerdo”, diz. Depois de procurar atendimento médico, recebeu atestado de 10 dias, e relata ter se deparado com um ambiente de trabalho ainda mais hostil ao voltar. “Meu colega não aguentou e pediu para sair. Então, tive de fazer a parte dele. Voltei com o rosto paralisado e assim fiquei por 3 meses. Foi humilhante”, afirma. “Eu tinha que segurar minha boca para beber água e comer e, nesse meio tempo, foi como se nada tivesse acontecido para a empresa.”
O advogado Fernando Paiva, especialista em direito do trabalho, aponta que é direito do trabalhador ter acesso a um ambiente corporativo seguro. “Os empregadores têm o dever legal de fornecer um ambiente de trabalho seguro e saudável. Aos empregadores que não cumprirem com suas obrigações legais em fornecer ambiente e condições saudáveis de trabalho aos seus empregados, Fernando explica as consequências legais: “O empregador pode ser responsabilizado por danos morais e materiais se for comprovado que sua negligência contribuiu para o burnout do empregado. Isso pode resultar em indenizações; e os órgãos de fiscalização do trabalho podem impor multas ao empregador por não cumprir as regulamentações de saúde e segurança no trabalho”.
Fontes:
Síndrome de Burnout: saiba como identificar sintomas e buscar ajuda
Professor ETE - Ginásio Pernambucano (Governo do Estado de Pernambuco - SEE) Mestre Ciência da Educação (Universidade Lusófona Humanidades Tecnologia -ULHT- Lisboa/Portugal) Doutorando Ciência da Educação (Universidad Nacional de Rosario - UNR/ Argentina)
Doutor Ciência da Educação (Universidad Desarrollo Sustentable - UDS / Assunção - Paraguai)