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terça-feira, 6 de agosto de 2013

Florbela Espanca - Fanatismo.




Florbela Espanca (Vila Viçosa8 de Dezembro de 1894 — Matosinhos8 de Dezembro de 1930), batizada como Flor Bela de Alma da Conceição Espanca,1 foi uma poetisa portuguesa. A sua vida, de apenas trinta e seis anos, foi plena, embora tumultuosa, inquieta e cheia de sofrimentos íntimos que a autora soube transformar em poesia da mais alta qualidade.

No ritmo das ondas.



DP - 06/08/2013 - B6

domingo, 4 de agosto de 2013

Arquivo Público de São Paulo

Alckmin põe tucano no comando do Arquivo Público


Carlos Bacellar deixou o posto na quarta-feira, 31, após seis anos e meio na 
função. Ele é professor de História na Universidade de São Paulo, 
de onde estava licenciado e para onde retornará. Bacellar será substituído por 
Izaias Santana, procurador da Prefeitura de São Paulo e presidente do PSDB 
em Jacareí (SP), onde disputou e perdeu a eleição para prefeito em 2012.


Com um Orçamento de R$ 18,8 milhões em 2013, o Arquivo Público, que 
sempre foi um órgão técnico, passou a ser alvo de cobiça de aliados de
Alckmin depois de ganhar importância administrativa e visibilidade 
na gestão Bacellar. De órgão subordinado à Secretaria de Cultura, passou 
a ser abrigado na Casa Civil. Desde 2011, é o Arquivo 
que gerencia a Lei de Acesso à Informação no Estado.
Em 2012, para que fosse expandido, ganhou um conjunto de edifícios
novos ao custo de R$ 87 milhões. Também digitalizou e lançou 
na internetcentenas de milhares de arquivos do Dops
sobre a ditadura militar.

“Não estava esperando sair”, disse o agora ex-coordenador. “Acho estranha 
a mudança, o trabalho foi bem feito, elogiadíssimo. Mas é assim, se você faz 
um trabalho bem feito, vira alvo de cobiça.” A saída de Bacellar 

causou preocupação entre os funcionários do órgão - eles temem que 
o Arquivo seja aparelhado e perca parte de seu caráter técnico.



ANPUH-Brasil – Associação Nacional de História - Notícias - RESPOSTA DA ANPUH-BRASIL A SBPC SOBRE PROFISSIONALIZAÇÃO DO HISTORIADOR


RESPOSTA DA ANPUH-BRASIL A SBPC SOBRE PROFISSIONALIZAÇÃO DO HISTORIADOR

16/07/2013
São Paulo, 16 de julho de 2013.

Prezada Professora Helena Nader
Presidente da SBPC

Diante da manifestação da SBPC, entidade presidida por Vossa Senhoria, que enviou
Carta aos Deputados Federais solicitando a suspensão da tramitação do PL 4699/2012,                                    que legisla sobre a regulamentação da profissão de historiador,
gostaríamos de colocar algumas questões e fazer algumas ponderações:
1 – O Projeto de Lei ora em tramitação na Câmara dos Deputados foi discutido por longos anos
entre os historiadores, inclusive junto aos historiadores da educação, da ciência, da arte,
entre outras áreas específicas, muitos deles sócios da Associação Nacional de História (ANPUH-Brasil).
Cabe a pergunta: porque as críticas ao documento só vieram a público depois dele
ser aprovado no Senado?
2 – O PL considera Historiador os graduados em História (Bacharéis e Licenciados) e/ou os possuidores de título de Mestre e/ou Doutor em História. Portanto, não é nada restritivo em sua caracterização profissional, ao contrário de outras áreas onde só se confere o título profissional ao Bacharel, fazendo uma nítida separação entre ensino e pesquisa, o que nos parece nefasto ao avanço do conhecimento. Não temos conhecimento de que a SBPC tenha feito qualquer manifestação neste sentido quando essas profissões foram regulamentadas.
3 – O PL apenas quer regulamentar a atividade de Historiador nos âmbitos do ensino formal e da pesquisa histórica científica. Não veda a ninguém escrever ou ensinar História, apenas não confere o título de Historiador aos que não têm essa formação específica.
4 – A ANPUH-Brasil é associada da SBPC e vem apoiando suas lutas, como, por exemplo, a que diz respeito à destinação de parte dos royalties do petróleo para a Ciência e Tecnologia. Consideramos então que sempre fomos entidades parceiras. Causou estranheza, portanto, não termos sido consultados sobre a nossa interpretação do referido PL diante das críticas de outras sociedades científicas. Nossa associação foi fundada em 1961 e tem em seus quadros aproximadamente 5.000 associados, incluindo professores de todos os níveis de ensino, pesquisadores, pós-graduandos e profissionais que atuam no campo do patrimônio como arquivos, museus, memoriais, entre outros. Em nossa última Assembleia Geral, ocorrida em São Paulo, no ano de 2011, a ampla maioria dos associados apoiou o teor do projeto em discussão, pois atendia aos interesses dos historiadores brasileiros.
5.  Assim, diante da manifestação da SBPC, vimos informar que a ANPUH se sente desrespeitada e desprestigiada com tal atitude. Os maiores interessados na tramitação do PL são os historiadores brasileiros, que são representados pela ANPUH-Brasil, exatamente a sociedade que a SBPC deixou de ouvir. Lamentamos.
Por fim, solicitamos que esta nota seja publicada no item 1 do JC E-mail, como direito de resposta, e como forma de reparar uma parte dos danos cometidos aos historiadores brasileiros.

 Atenciosamente,

 Benito Bisso Schmidt
(Presidente da Associação Nacional de História ANPUH-Brasil)

Penso em você

Penso em você


  ao início de um longo dia
durante o café da manhã,
no caminho ao trabalho
no meu afã.

No trabalho rotineiro,
no vento que sopra ligeiro 
ao raiar do sol companheiro,
na calmaria que me enche de prazer.

És menino, és homem
inteligente, responsável,
feliz por ser dedicado
feliz por ser  professor, 
quem dera o meu mestre.

Mas não perco a esperança
pois há em mim confiança
que de tanto pensar em ti
me veja como realmente sou
e me ame como nunca amou.


Cíntia Alcântara

Uma ideia para Pernambuco - Erivaldo Costa.



DP- 04/08/2013 - B10.