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quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Presidente da Fundação Palmares nega racismo, e pede fim do movimento negro



Presidente da Fundação Palmares nega racismo, e pede fim do movimento negro

Indicação de novo presidente gerou polêmica




"A Secretaria de Cultura do Governo Federal nomeou nesta quarta-feira (27) Sérgio Nascimento Camargo para chefiar a Fundação Palmares. Ele substitui Vanderlei Lourenço na presidência. A escolha do nome, no entanto, gerou polêmica uma vez que o mesmo costuma utilizar as redes sociais para desferir comentários racistas. Ele chefiará a pasta criada para defender e fomentar a cultura e manifestações afro-brasileiras.

"O perfil @scamarsn foi desativado após a repercussão. No perfil, Sérgio Camargo se descrevia como "negro de direita, contrário ao vitimismo, aos direitos dos manos e ao politicamente correto."


https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2019/11/27/interna_politica,809699/presidente-da-fundacao-palmares-nega-racismo-e-pede-fim-do-movimento.shtml

Morro de la Concepción - "Relatos de uno Rio aun más antiguo."

Fonte: Relatos de um Rio ainda antigo. Revista de História da Biblioteca Nacional. Nov/2005, p.11)



       El Morro de la Concepción  esta umbicado en la na zona portuária de Rio de Janeiro, a cinco minutos de la avenida Rio Branco, una de las más movimentadas del Centro de la ciudad. Por lo tanto, el Morro de la Concepción guarda un poco del aire del siglo XX, en que hace reflejo a su arquitectura y estilo de vida.
   "Esos habitantes son verdaderos guardiones  de la memoria del región", charla Cristiana Grumbach, si encantó no a penas con la beleza del morro, pero, también con la forma de vida de las personas. "ya, temos la sensación de estarmos en una ciudad del interior." 
     La película buscó valorizar el patrimonio local, que tiene todavia siete monumentos preservados. 




* En la ciudad de Recife/PE hay una localidad de mismo nombre y que es un hogar de creencias y homenaje al imagene de Nuestra Senõra  de la Conceición desde 1904.

(Adptado delFragmiento del materia en impreso en lingua portuguesa - Relatos de um Rio ainda antigo. Revista de História da Biblioteca Nacional. Nov/2005, p.11))

terça-feira, 26 de novembro de 2019

Escuela Sin Partido: como el gobierno Bolsonaro planea erradicar la dictadura de la historia de Brasil







Escuela Sin Partido: como el gobierno Bolsonaro planea erradicar la dictadura de la historia de Brasil

Un proyecto de ley apoyado por evangélicos, militares y por el presidente de Brasil es considerad “estratégico” para el gobierno, que tendría como meta imponer la versión de los militares sobre el golpe de 1964 y el régimen militar



"Una de las primeras apariciones de Jair Bolsonaro como presidente electo en Brasil sonó como la lectura de una orden del día en los cuarteles y repercutió como un brote de esquizofrenia en las redes sociales. Con un mensaje “a todos los jóvenes del Brasil”, el capitán retirado que gobierna Brasil desde el 1º de enero se dirigió a los estudiantes de la educación básica: “Vamos a filmar lo que sucede en las aulas de clase y vamos a divulgarlo. Padres, adultos, hombres de bien tienen el derecho de saber lo que esos ‘profesores’” – entrecomilló la palabra con gestos – “andan haciendo en las aulas. Entren en contacto con nosotros”, exhortó Bolsonaro."



segunda-feira, 25 de novembro de 2019

“Pagar más a los profesores no mejora su motivación”

“Pagar más a los profesores no mejora su motivación”

Michael Fullan, asesor de Educación del primer ministro de Ontario durante 10 años e impulsor del cambio del modelo educativo de Canadá, critica los exámenes externos y la evaluación al profesorado





P. Sobre los exámenes externos que muchos países como Estados Unidos emplean, ¿por qué cree que son contraproducentes?
R. El problema no es la prueba en sí, sino la forma en la que es usada. Si lo usas para pagar mejor a los profesores, los incentivos son erróneos, no será efectivo. La cultura del teaching to the test (en español, centrar la enseñanza en los exámenes) de Estados Unidos lo que consigue es expulsar a muchos alumnos del sistema. La brecha entre los que continúan los estudios y los que no está aumentando, y los que se quedan fuera son en su mayoría los que tienen menos recursos económicos, los alumnos de entornos desfavorecidos. A estos, los exámenes no les motivan y no tienen los recursos para preparar esas pruebas en horario extraescolar.
Por otra parte, en diferentes investigaciones hemos encontrado que los estudiantes que solían hacerlo mejor están sufriendo cada vez mayores niveles de ansiedad. Competir por las notas les expulsa del aprendizaje. En países como Singapur, Corea y China donde los alumnos están más ansiosos, han aumentado los suicidios. El modelo al que se está virando es el de las competencias, contenidos que se ajustan más a los retos que te plantea la vida, que, obviamente no es un examen continuo. Tener sensibilidad por temas como el cambio climático es ahora más importante que sacar o no buenas notas. Queremos formar ciudadanos con conciencia social.
P. ¿Por qué es tan importante que los docentes trabajen conjuntamente para cambiar el sistema?
R. Antes de dedicarme a asesorar a los Gobiernos era investigador. Uno de mis trabajos mostró que cuando los profesores están en el aula solos no lo hacen tan bien como cuando colaboran. Es un fallo histórico de la profesión, el aislamiento en el aula. La mentalidad es la de estoy solo en mi clase y no quiero que nadie me moleste. Eso conlleva una limitación; solo aprenderá nuevos contenidos que estén a su alcance, se pierde la riqueza de los descubrimientos de sus colegas. Si el Gobierno impone el trabajo colaborativo entre docentes, por ejemplo, compartir un aula, no funcionará. La estrategia para el cambio tiene que ser sofisticada. Los buenos resultados llegan cuando los directores promueven esa colaboración. El modelo vertical no funciona. Los países que han intentado imponer nuevas reglas han fracasado. Desde que PISA empezó a medir los resultados internacionales en el año 2000, la mayoría de los países siguen estancados en los mismos resultados. Es una consecuencia directa de las malas políticas 





Mike Bloomberg - Eleição estadunidense 2020


Una nueva opción para los demócratas.

Liderazgo comprobado.



https://www.mikebloomberg.com/es/

UnB repudia post de ministro Weintraub sobre maconha na universidade.

UnB repudia post de ministro Weintraub sobre maconha na universidade

"A Administração repudia veementemente a associação equivocada da imagem da Universidade a práticas ilícitas. O fato é ainda mais grave quando ocorre de maneira recorrente e por parte de um gestor público cujo papel é o de promover a educação, em seus diversos níveis", diz um trecho da nota"



"A Universidade de Brasília (UnB) divulgou na tarde deste domingo (24) uma nota de repúdio sobre uma postagem do ministro da Educação, Abraham Weintraub. Ele retuitou um vídeo com a notícia de que dois alunos da universidade mantinham plantações de maconha no local."

"No dia 22, Weintraub postou no Twitter: “Tem "jornalista" como a Playmobil falando que não há plantações de maconha nas universidades federais. Que dureza…”, escreveu. O vídeo, logo abaixo da frase, traz os seguintes dizeres: 
“A @uneoficial  tá revoltada com a afirmação VERDADEIRA do ministro @AbrahamWeint de que as universidades federais escondem verdadeiras plantações de maconha! Tá aí uma prova aqui na UnB! Vai ter PM no campus, sim!”."

"Veja a nota na íntegra:

“A Administração da Universidade de Brasília (UnB) tomou conhecimento de um post divulgado no Twitter pelo ministro da Educação com referência a uma operação policial ocorrida em área supostamente da UnB. A esse respeito, esclarecemos que:

1. A referida operação foi realizada em abril de 2017, em uma área não localizada na UnB. Trata-se de área de Cerrado próxima ao campus Darcy Ribeiro. Foram apreendidos vasos com maconha no local. Segundo as primeiras impressões da polícia, as plantas eram mantidas por um grupo, sendo dois estudantes da Universidade e uma terceira pessoa não pertencente à comunidade acadêmica. Na ocasião, as forças de segurança da Universidade deram todo o apoio à polícia.

2. Imediatamente, a Administração determinou a abertura de uma sindicância interna, para a apuração de responsabilidades. No processo, foi confirmado, por meio de um parecer técnico, que o local da apreensão não pertence à UnB.

3. Após a apuração, não houve, na Justiça, confirmação de autoria de crime pelos dois estudantes. Dessa forma, eles não foram condenados. A comissão de sindicância interna recomendou o arquivamento do processo.

A Administração repudia veementemente a associação equivocada da imagem da Universidade a práticas ilícitas. O fato é ainda mais grave quando ocorre de maneira recorrente e por parte de um gestor público cujo papel é o de promover a educação, em seus diversos níveis.

A UnB é uma das principais instituições de ensino superior da América Latina e a oitava melhor do Brasil, segundo o ranking Times Higher Education (THE), com crescente excelência acadêmica, nas mais diversas áreas. As manifestações do ministro demonstram profundo desconhecimento e desrespeito acerca do papel constitucional de nossa instituição. Assim como outras universidades públicas federais, a Universidade de Brasília é patrimônio de todo o povo brasileiro.

É importante esclarecer que a UnB atua dentro da legalidade e vem aprimorando suas estratégias e ações de segurança, com medidas como a colocação de câmeras e de cadeiras elevadas nos estacionamentos. Mesmo com seu maior campus (Darcy Ribeiro) totalmente aberto e integrado à cidade, as medidas já promoveram a redução de 86% nas ocorrências no local, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública do DF. Além disso, a questão das drogas afeta toda a sociedade e é, portanto, um desafio para o poder público de maneira geral.

A Universidade reitera o compromisso com sua missão institucional, educadora, para a melhoria das condições de vida da população e o desenvolvimento socioeconômico no DF e do país”."

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2019/11/24/interna-brasil,808874/unb-repudia-post-de-ministro-weintraub-sobre-maconha-na-universidade.shtml

domingo, 24 de novembro de 2019

Negritude valorizada de berço



Negritude valorizada de berço

O combate ao racismo deve vir desde a infância e passa pelo reconhecimento da contribuição negra na história brasileira e pelo fortalecimento da autoestima das crianças negras


"A ancestralidade africana pode aparecer em diversos tons e traços, e só quem é negro sabe o quanto o processo de reconhecimento pode não ser tão simples. Crianças, muitas vezes, crescem sem se enxergar assim. A maioria vive na posição de pardas, de morenas, e com a autoestima baseada no padrão de beleza europeu — que pode até ser exaltado pelas famílias —, por conta da falta de representações negras desde a infância.


Para a psicóloga Jeane Tavares, a descoberta de ser negro é mais do que a constatação do óbvio. “Saber-se negro é viver e reconhecer a experiência de ter sido massacrado em sua identidade, confundido em suas perspectivas, submetido a exigências, compelido a expectativas alienadas. Mas, sobretudo, é a experiência de comprometer-se a resgatar sua história e recriar-se em suas potencialidades”, afirma. Com isso, ela quer dizer que a negligência ao tema “racismo” e à história da diáspora africana também contribui para o não reconhecimento."


"Segundo a pedagoga Liana Barcelos Porto, há profissionais que trabalham para que a lei não vire letra morta, no entanto, não é a regra. “Com 16 anos depois dessa lei, temos a sensação de que vamos começar do zero a cada manhã, a cada conselho de classe, a cada jornada pedagógica, a cada aula”, conta. Uma das maiores críticas é a referência aos africanos que foram escravizados no Brasil como “escravos” e não como “pessoas escravizadas”. O primeiro termo naturalizaria a condição e a consideraria algo inerente àqueles seres humanos."


"A Revista do Correio fez uma seleção de livros infantis interessantes para todas as crianças e com protagonistas negros.


Princesas Negras, de Edeliuza Penha de Souza.Da Editora Malê, especializada em literatura afrobrasileira com o objetivo de colaborar com a ampliação da diversidade do mercado editorial brasileiro
Minha mãe é negra sim!, de Patrícia Maria de Souza Santana.Uma indicação de Bernardo Clavelin
O que há de África em nós, de Wlamyra Albuquerque e Walter Fraga.Os personagens cruzam o Oceano Atlântico para contar sobre a história da presença africana no Brasil. São reveladas as relações entre o Brasil e as nações da África e as criações culturais de africanos e seus descendentes aqui."

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/revista/2019/11/24/interna_revista_correio,808157/negritude-valorizada-de-berco.shtml

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