Diario de Pernambuco. 11/08/2017 - Artigo de opinião.
sábado, 12 de agosto de 2017
sexta-feira, 28 de julho de 2017
A DISCRIMINAÇÃO NEGATIVA : CIDADÃOS OU AUTÓCTONES?
A DISCRIMINAÇÃO NEGATIVA : CIDADÃOS OU AUTÓCTONES?
CASTEL, Robert. (136 p) La discrimination négative : citoyens ou indigènes? Tradução Francisco Moras
Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.
"Como fio condutor, o autor se utiliza dos acontecimentos ocorridos na França, em 2005, que ficaram conhecidos como a “revolta dos jovens franceses do subúrbio” (ou “l´banlieu s´exprime” algo como “a periferia se exprime), momento em que jovens moradores destas zonas periféricas iniciaram episódios de violência em toda a cidade de Paris. Para Castel, tais episódios, desprovidos de reivindicações e marcados por intervenções improvisadas e esporádicas, constituíram-se como uma forma de demonstrar seu descontentamento com o tratamento recebido pela sociedade francesa como um todo, em face de um profundo sentimento de desesperança que perpassa suas expectativas em relação a conseguirem uma pertença plena à sociedade e a suas perspectivas futuras.
Neste sentido, apesar de o trabalho de Castel centrar sua análises especificamente no caso francês, suas análises detalhadas e hipóteses explicativas podem ser utilizadas no estudo de outras tantas situações discriminatórias vividas por habitantes das periferias mundo afora, inclusive no Brasil."
http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/revispsi/article/view/9089/7484
OS POBRES E OS TERMOS DE BEM VIVER: Novas formas de controle social no Império do Brasil
No momento em que vivenciamos um verdadeira "apropriação das instituições" por parte de um seleto grupoe a prática legislativa e judiciaria parece mais atender aos que ocupam seus postos; um período em que os índices de desemprego e violência chegam a níveis estarrecedores e ainda o governo decreta aumento de impostos para sanar o rombo nos cofres públicos causados por eles mesmo, o que vemos é o empobrecimento da população (política, econômica e culturalmente), fator que só um futuro estudo identificará que posição tomaram os mais pobres no Brasil do século XXI. Por enquanto, vale fazer a leitura dessa bela tese que explica um pouco da nossa história e desmandos.
"Este trabalho analisou o pensamento jurídico penal no Brasil e sua historicidade durante o século XIX, atentando para a produção do discurso em documentos processuais denominados termos de bem viver, uma das fontes documentais da pesquisa. Foi possível, por meio da análise dessa documentação, acompanhar o percurso da produção do vadio enquanto indivíduo passível de conhecimento do saber/poder. Refletiu-se ainda sobre a produção do Código Criminal de 1830, base para o nascimento legal do poder disciplinar no Brasil. Com essa nova estrutura jurídica, a polícia ganhou embasamento legal para agir no cotidiano dos indivíduos pobres livres, seu alvo preferencial. Esse novo tipo de controle e punição de comportamentos indesejáveis irá perpassar e irradiar-se por todo o corpo social em forma de rede, levando finalmente as informações até o Imperador. Portanto, este estudo analisou as formas de poder que nortearam o período imperial brasileiro de 1824 a 1889 e se constituíram em instrumentos utilizados pela elite agrária para inserir os pobres livres no modelo de nação pretensamente liberal e moderna."
https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/93133/martins_e_me_assis.pdf?sequence=1&isAllowed=y
terça-feira, 25 de julho de 2017
A história da nossa tal classe média
"Por que a classe média foi para as ruas?
Não foi contra a corrupção.
Foi pelo ódio ao PT.
Foi pelo ódio ao PT.
Porque o Lula e a Dilma fundaram 18 universidades, contra... zero do FHC.
Se fosse contra a corrupção, a Avenida Paulista estaria lotada desde que os Golpistas assaltaram o poder!
Mas, as panelas estão em silêncio!
Mas, as panelas estão em silêncio!
Assista à nova edição da TV Afiada e saiba mais!"
https://www.conversaafiada.com.br/tv-afiada/o-odio-nao-e-a-corrupcao-mas-ao-pt-e-a-rale.
E quem sofre com a crise que atinge o Brasil?
"Em meio a crise, Consellho aprova reajuste de 16% para Procuradores."
terça-feira, 11 de julho de 2017
Saúde Pública
Enquanto no Brasil há um "falso moralismo" e que atinge forte as campanhas, principalmente direcionadas ao publico jovem. Na Argentina, conjunto da população é esclarecida de forma muito objetiva.
Fonte: Folder da campanha de Saúde Pública do Governo Argentino.
Sindrome de "cachorro vira-lata"
O Brasil pode até não ser o país dos sonhos, talvez, desejemos uma melhor qualidade de vida e que as pessoas exerçam uma verdadeira cidadania. Também, quando andamos pela cidade vemos o quanto é "maltratada pelo poder público e pela própria sociedade. No entanto, soa falso quando acreditamos ser uma realidade quase que exclusivamente nossa. Viajando por outros países acabamos por entender que não. O que fazer? No mínimo devemos reconhecer nossas limitações, porém, devemos dimensionar nossos valores.
- Fonte: Parque Del Spana- Rosário/Argentina. Foto do autor.
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