Somos humanos, não somos desumanos. Somos amados, não somos desalmados.
Somos aniversários do latim, o significado: que volta todos os anos, embora, diz o ditado: vida é uma via sem volta mas, cada ano é exaltado por ter ficado sano e dos males todo curado. No entanto, já no outro lado chegou a hora da ida, sem volta, todo lembrado tristemente lamentado, todos solidários da dor, sentimentário do amor solitários quando nos deixou.
A vida é mesmo assim, estranha pra você, pra mim. Chegamos sem nada, lutamos em tudo por tudo, no final, não levamos nada, de verdade, deixamos tudo. Pensando com efeito, não somos perfeitos, nem tão direitos, cometemos erros, tanto quanto acertos. Citando Anselm Grün, podemos até trazer que - "A perfeição pode ser verdadeira quando referente a uma obra isolada, mas as pessoas nunca são perfeitas."
Comum tropeçarmos, incomum não tentarmos, é o risco de falharmos, quando de mal jeito caímos, aí nos machucamos, mas, sempre seguimos quando bem levantarmos, e assim continuamos aprendendo, crescendo, crescendo, reaprendendo apanhando, perdendo, ganhando, vencendo. Somos muito gratos e jamais sermos ingratos por essa oportunidade de viver integralidade da existência. Sem preço, só a Deus com apreço é dado o nosso destino. Só ele dá o endereço como chegar ao Pai Divino.
Para ler:
GRÜN, Anselm. A arte de ser mestre de si mesmo para ser líder de pessoas. São Paulo: Vozes, 2014, 175p.
Para ouvir:
Escritor
Professor - Língua inglesa
Pós-graduado Psicopedagogia
Professor Rede Estadual de Ensino de Pernambuco
Ex - coordenador Biblioteca Escolar
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