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domingo, 25 de janeiro de 2026

Somos e não somos nem tanto humanos

    Somos humanos, não somos desumanos.  Somos amados, não somos desalmados.  

    Somos aniversários do latim, o significado: que volta todos os anos, embora, diz o ditado: vida é uma via sem volta mas, cada ano é exaltado por ter ficado sano e dos males todo curado. No entanto, já no outro lado chegou a hora da ida, sem volta, todo lembrado tristemente lamentado,  todos solidários da dor, sentimentário do amor  solitários quando nos deixou.

    A vida é mesmo assim, estranha pra você, pra mim. Chegamos sem nada,  lutamos em tudo por tudo, no final, não levamos nada, de verdade, deixamos tudo. Pensando com efeito, não somos perfeitos,  nem tão direitos,  cometemos erros, tanto quanto acertos. Citando Anselm Grün, podemos até trazer que - "A perfeição pode ser verdadeira quando referente a uma obra isolada, mas as pessoas nunca são perfeitas."

    Comum tropeçarmos,  incomum não tentarmos, é o risco de falharmos, quando  de mal jeito caímos, aí nos machucamos, mas, sempre seguimos  quando bem levantarmos, e assim continuamos aprendendo, crescendo,  crescendo, reaprendendo  apanhando, perdendo, ganhando, vencendo.         Somos muito gratos e jamais sermos ingratos por essa oportunidade  de viver integralidade da existência. Sem preço, só a Deus com apreço  é dado o nosso destino. Só ele dá o endereço  como chegar ao Pai Divino.

Para ler:

GRÜN, Anselm. A arte de ser mestre de si mesmo para ser líder de pessoas. São Paulo: Vozes, 2014, 175p.


Para ouvir:

Deus está aqui (Pe. Marcelo Rossi)

A deusa dos Orixás (Mariene de Castro)

Pensando  bem (J. Neto)


Alberto Leal

Escritor

Professor - Língua inglesa

Pós-graduado Psicopedagogia

Professor Rede Estadual de Ensino de Pernambuco

 Ex - coordenador Biblioteca Escolar





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